15 dez 2013 | Lançamentos
A nova música de João Bosco & Vinícius e outras novidades da semana

João Bosco & Vinícius se preparam para o lançamento da nova música de trabalho. “Eu vou morrer de amor”, uma composição do Luiz Akal e da Tatyana, será lançada nas rádios de todo o Brasil no dia 09 de janeiro. Um clipe da música, que já está sendo gravado, deve ser lançado também no começo do ano. Esta canção faz parte do novo disco da dupla, que leva o nome “Indescritível”, com lançamento previsto para fevereiro pela gravadora Universal.

O Blognejo traz em primeira mão esta nova música da dupla, abrindo as playlists com as novidades da semana, que trazem também diversos clipes lançados nos últimos dias. Tem também uma playlist paralela com todas as músicas do mais recente DVD da dupla Rick & Renner, “Bom de Dança Vol. 2”.

Divirtam-se.

* MP3

* Clipes (clique no canto superior esquerdo para visualizar os nomes das faixas)

* DVD – Rick & Renner – Bom de Dança – Vol. 2

29 comentários
  • Toninho: (responder)
    15 de dezembro de 2013 às 20:15

    Pelo visto o Dudu Borges voltou a gravar sanfona com o Willian. A qualidade ta de volta.

  • Alan: (responder)
    15 de dezembro de 2013 às 22:06

    Só put porries nesse novo dvd do rick e renner…e deixaram dançantes cançoes que nem deviam como “credencial”, “ela é demais” e etc…podiam ter feito cançoes inéditas dançantes mesmo, como “quase lá” que achei até legal.

  • LUCIANO SILVA: (responder)
    15 de dezembro de 2013 às 23:58

    Vamos às surpresas que vem por aí. Na verdade nem são tão surpresas assim:
    JOÃO BOSCO E VINÍCIUS.
    EU VOU MORRER DE AMOR – nova música com a velha fórmula bastante conhecida como MAIS DO MESMO.
    Todos os artistas e gravadoras devem ter combinado de gravar a mesma Sanfona e Bateria Ctrl C + Ctrl V, é muita pasteurização. Seria falta de músicos? Falta de dinheiro? Falta de tempo dos maestros arranjadores? Redução dos custos de gravação?
    No nordeste e no sul do país existem milhares de sanfoneiros e na Bahia tem milhares de percussionistas, não seria mais fácil buscar uma sonoridade diferente?

    OUTROS DA PLAYLIST:
    FIDUMA E JECA
    Só pelo nome da dupla já não dá pra esperar coisa boa.
    GABRIEL E RAFAEL
    letra boa + arranjos diferenciados (guitarra calipso e bateria massa)= música boa. Mais um exemplo de música de balada sem idiotices.
    LOUBET COM LAÍS
    Primeiramente uma dica para o Loubet, cara cuide do seu desvio de septo que sua voz melhorará. Quanto à música apesar da marmelada da gravadora no lançamento dos dois até que gostei. No dueto do fim da música a voz da Laís foi colada em partes e a mixagem não ficou legal a cada colagem um volume diferente.
    ALEX E YVAN
    Bons arranjos e bom dueto, mas na parte solo o timbre de voz com aquele grave forçado não agrada.
    MARCOS E BELUTTI
    Caixa d’água é a mesma bateria e sanfona mequetrefes do João Bosco e Vinícius. Somando-se a esse fato a letrinha fraca temos uma verdadeira baboseira musical.
    JOÃO NETO E FREDERICO
    Himalaia – o solo de guitarra é a única coisa que salva. É muita fuleiragem numa letra só.
    GIAN E GIOVANI
    letra boa + arranjos bons + dupla boa = música boa
    FÁBIO E FABRÍCIO
    lixo.
    THIAGO SERVO
    Tratamento psiquiátrico urgente para o rapaz.
    NANDO MORENO
    La na cozinha mesa arrumei, tão bonitinha duas taças de vinho… chorei de ri nessa parte, quem quiser conferir (0:48 a 0:56 segundos)
    FRED E GUSTAVO
    Jejum de amor – o dueto no refrão ficou bem legal de se ouvir. Ela tá dançando – faltou só um pouco de cuidado com algumas expressões.
    EURIPINHO SOLLO, CACO E BELLA, BRUNINHO E DAVI, MARCOS PAULO E RULIAN
    what’s it?

    RICK E RENNER
    São outros que insistem no DE NOVO NOVAMENTE. Músicas cheias de rimas manjadas tentando lançar chicletes. Salvaram-se as seguintes músicas:
    Não choro mais, Me segura, (14 – Ela é demais, Credencial e Cara de pau) Peão que é peão, Eu sem você.
    A música “Quase lá” foi bem bolada, mas como nem tudo é perfeito tiveram que avacalhar com a parte da pinga e da pegação.

    • @ariomester: (responder)
      16 de dezembro de 2013 às 00:39

      Isso tem nome: Dudu Borges.
      Um rapaz talentoso que insiste na mesma tecla do “som estilo Dudu Borges”. Acho que ele está desperdiçando o próprio talento ficando tão amarrado às próprias convicções musicais. Tudo que ele produz fica muito igual e isso não é força, é fraqueza. Ele é bom, não é tapado como alguns “maestros sertanejos” da antiga, e tenho certeza que ainda vai conseguir ir além do “estilo Dudu Borges”. Espero que sim.

      • Marcus Vinícius: (responder)
        16 de dezembro de 2013 às 01:10

        a produção desse disco não é do Dudu Borges…

        • @ariomester: (responder)
          16 de dezembro de 2013 às 09:25

          Eu sei que não é. Mas a fórmula é.
          Foi ele quem começou a fazer um milhão de produções iguaizinhas a partir do sucesso do João Bosco e Vinicius. E então Deus e o mundo começaram a seguir o exemplo dele e tentar fazer tudo parecido com o jeito dele.
          Por um lado, a pessoa acha que é sucesso. Por outro lado, o mercado fica saturado por tantos arranjos e abordagens iguais.
          A minha crítica é mais nesse sentido. À medida que o Dudu Borges fez “todo mundo soar parecido com João Bosco e Vinicius”, o mercado passou a acreditar que o legal é todo mundo soar igual, o que não é verdade.
          O pessoal reclama muito por aqui de um certo formato musical inaugurado e popularizado pelo Dudu Borges. Acho que para alguma coisa mudar no cenário é preciso que os produtores parem de achar que todo mundo tem que soar igual, como tem acontecido.
          O que está sufocando a música sertaneja não é o funknejo nem o arrochanejo. É a imensa falta de personalidade dos artistas novos e dos arranjos das músicas que tocam nas rádios – soam todos iguais, independentemente da extensão vocal, origens do artista etc. Meu comentário vai mais nessa direção.

          • Alan: (responder)
            16 de dezembro de 2013 às 10:14

            Outra coisa que está saturado é esse excesso de som ao vivo e todo acústico. Esses produtores nunca ouviram falar de guitarra?…pra mim é uma clara demonstração de corte de custos, já que o ao vivo se paga com ingressos e reunir 4 ou 5 músicos é bem mais barato não é?..era bom e novidade em 2001 com o B&M mas agora ficou tudo igual ao outro…

            • @ariomester: (responder)
              16 de dezembro de 2013 às 10:43

              Eu acho que é mais acomodação mesmo. Olha por exemplo o Thiago Servo, sem entrar no mérito das composições e arranjos, mas o cara tem um problema grave de dicção, para um cantor. Isso atrapalha ele de cantar qualquer música e o povo está nem ai, acomodação total, “vai de qualquer jeito”, “do jeito que ficar é isso mesmo” e tal. O mesmo a gente vê no Lucas Lucco e outros que não têm problema de dicção, mas a gente nota claramente o descaso em passar com o cantor cada trecho da música, em corrigir a dicção de várias palavras, a entonação de muitas melodias e coisas assim. Eu acho que o problema da música sertaneja atual é a acomodação e a regra do “quanto pior, melhor” ou então “do jeito que vier, tá valendo”. Torço para que isso mude e sei que pode mudar porque os produtores, alguns compositores e músicos são muito talentosos e conseguem fazer muito mais e melhor do que têm oferecido.

              • Alan: (responder)
                16 de dezembro de 2013 às 11:27

                Pra mim é o caso de “repetir fórmula do sucesso” com lucro fácil pra as gravadoras que não querem arriscar em nada num mercado onde um cara faz um trabalho que não agrada e vende 10 mil cópias e e vende menos shows. Ou seja todo mundo tem é medo, tanto artistas quanto gravadoras. “Pra que vou inventar se posso fazer sucesso fazendo uma música do mesmo jeito que fulano?”. E claro, pão durismo de sempre e que é por parte de culpa nossa que não compramos cds originais.

    • Renato Murakawa: (responder)
      16 de dezembro de 2013 às 01:19

      Camarada é tão sabido… que comenta música que foi feita pra comercial de televisão… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…

    • alessandro: (responder)
      16 de dezembro de 2013 às 09:30

      Renan-SP 2?
      kkk

  • Alan: (responder)
    16 de dezembro de 2013 às 00:17

    “Quase Lá” fala e um “quase fracassado”, então, o cara vai exaltar o que um fracassado não consegue fazer ué

    • LUCIANO SILVA: (responder)
      16 de dezembro de 2013 às 08:20

      Já ouviu a música Volta por cima:
      “…Reconhece a queda
      E não desanima
      Levanta, sacode a poeira
      E dá a volta por cima…”

  • Mauro Ronaldo: (responder)
    16 de dezembro de 2013 às 08:13

    João Bosco e Vinicius, sempre lança musicas boas, Rick e Renner, ótimo dvd, agora oq vamos esperar de Sandro Moreno,Thiago Servo e ETC, só porcaria.

    • @ariomester: (responder)
      16 de dezembro de 2013 às 09:37

      JBV é um dos artistas mais coerentes e bem resolvidos comercial e musicalmente. Têm uma proposta clara, seguem uma linha tranquila, sem baixaria, sem apelação e encarnam muito bem a vertente pop do sertanejo. Eu gosto bastante.
      É como o Luan Santana – manteve-se firme numa linha de trabalho e assim consolidou a sua identidade musical, que vai muito além do timbre de voz.
      Cada artista tem as suas prioridades, mas na minha opinião se o João Neto e Frederico, Gustavo Lima (talvez Marcos e Belutti) evitassem fazer “o que o mercado está pedindo” em termos de músicas vazias, que não tem a ver com o talento e origem deles, teríamos artistas musicalmente muito melhores. Raramente fala-se no Gustavo Lima, que tem ótimas composições, canta bem quando quer, toca vários instrumentos, mas se deixou marcar para sempre por “tcherê tchererê”, “gatinha assanhada” e composições vazias perto do talento e musicalidade do artista. Mas cada um tem as suas prioridades e eu torço para que o pessoal páre de gravar coisas tão ruins e volte a gravar músicas que combinem mais com o talento de muita gente ai nas paradas de sucesso.

  • LUCIANO SILVA: (responder)
    16 de dezembro de 2013 às 08:18

    Já ouviu a música ‘Volta por cima”:
    “…Reconhece a queda
    E não desanima
    Levanta, sacode a poeira
    E dá a volta por cima…”

  • Rafael Cesar: (responder)
    16 de dezembro de 2013 às 10:41

    Produtores e arranjadores ta na hora de mudar os softwares musicais, pois todo mundo já está reconhecendo que a “Instrumentação” é a mesma em todas as musicas.
    Sobre o Bom De Dança, esse não chegou nem perto do Bom De Dança de 2006. Eu achei que iria ter bastantes surpresas, mas não teve, foram poucas musicas inéditas, muito Pout-Pourri.

  • Alan: (responder)
    16 de dezembro de 2013 às 11:55

    Vim falar mais um negócio nada a ver com o post, mas li que o CH&X Vão lançar mais um disco em espanhol em 2015 e parecem que querem se dedicar sério a carreira internacional. Parece que desta vez pode dar certo, sem precisar se preocupar com carreira no Brasil, filhos já adultos e etc. Espero ansioso he he.

    • Rafael Cesar: (responder)
      16 de dezembro de 2013 às 14:14

      Alan, se for verdade mesmo, espero que eles façam uma carreira igual a do Alexandre Pires, os trabalhos do Alexandre Pires são os trabalhos mais maravilhosos que já vi, em outro idioma, e tudo inédito.A maioria dos artistas que gravam em espanhol faz versão das proprias musicas, se for pra fazer um projeto inédito e buscando outros rumos, pode ter certeza que vai ser bacana.

  • Renan - SP: (responder)
    16 de dezembro de 2013 às 13:13

    João Bosco e Vinícius: Não gostei desse Forró universitário estilo Falamansa.
    Rick e Renner: Pra quem gosta de balada sertaneja e de músicas sem mensagem, é um prato cheio.
    As duas voltadas para a playboyzada baladeira de 12 a 25 anos.

  • João Marcelo: (responder)
    16 de dezembro de 2013 às 22:46

    Edy Britto e Samuel são FODAAAS!!! Cantam demais!

  • xandy arrua: (responder)
    17 de dezembro de 2013 às 13:32

    essa musica que joao bosco e vinicius fez a sua versao ficou muito melhor com o grupo tradicao,olha que eu sou fã da dupla.

  • Carlos Henrique: (responder)
    17 de dezembro de 2013 às 14:10

    A música do João Bosco e Vinícius ficou muito boa…Achei coerente o arranjo com o que eles vem fazendo a muito tempo.
    Comparar a versão do Tradição com JB&V é no mínimo precipitada,são duas situações e estilos totalmente diferentes.
    Mais uma moda com pegada,atual sem apelar.
    Se o novo projeto vir com essa proposta vai ser SUCESSO na certa.
    Salve a boa música sertaneja…Parabéns

  • Felipe Jr: (responder)
    17 de dezembro de 2013 às 14:16

    Essa moda nova do João Bosco é um pipoco.

  • Michel Dinato: (responder)
    17 de dezembro de 2013 às 15:08

    a nova do JB&V já foi trabalhada pelos gêmeos Breno & Caio César

  • Gustavo Almeida: (responder)
    18 de dezembro de 2013 às 15:11

    Não é novidade ver artistas consagrados gravando algo que já tenha sido gravado por artistas regionais.
    Na verdade não vejo com maus olhos,já os compositores são os maiores culpados,pois tem um péssimo hábito de enviar suas obras pra 50 ao mesmo tempo.
    Na minha opinião a melhor versão foi a do JB&V,não é a toa que chegaram no topo e se mantém a tempos.
    Gostei da música ,sorte pra eles que saíram na frente novamente.

  • jorge batista de almeida: (responder)
    24 de janeiro de 2014 às 17:21

    ESTOU LENDO ACIMA, CRÍTICAS E ELOGIOS REFERENTE A NOVA MÚSICA DA DUPLA JOÃO BOSCO E VINÍCIUS “EU VOU MORRER DE AMOR” . SÓ QUERIA DEIXAR CLARO AOS DESINFORMADOS ACIMA, QUE A PRODUÇÃO DESSA MÚSICA NÃO É DO DUDU BORGES E SIM DO ED JUNIOR, TAMBÉM CONHECIDO COMO EDINHO, QUE ALÉM DESSA MÚSICA, JÁ PRODUZIU E ARRANJOU NO ANO PASSADO A MÚSICA GIRASSOL, UM LUGARZINHO NA SUA CAMA E TODO O NOVO CD DO JOÃO BOSCO E VINÍCIUS QUE DEVERÁ SER LANÇADO EM BREVE.

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Sobre o autor
Marcus Bernardes é bacharel em direito e entusiasta da música sertaneja. Criou o Blognejo com o intuito de falar de maneira séria e digna sobre o segmento. Hoje é o veículo mais respeitado do meio, sendo referência em coberturas de eventos, lançamentos, entrevistas e análise de mercado.