25 fev 2009 | Lançamentos
Dia do Áudio e Vídeo – Regravações inusitadas
Esse é o primeiro post de uma possível série, para a qual conto com a ajuda de vocês. Se vocês conhecem alguma regravação de um clássico sertanejo inusitada, mandem para o e-mail do blog (blognoembalo@gmail.com). Hoje eu trouxe três regravações de algumas pérolas sertanejas realizadas por artistas que, teoricamente, nada tem a ver com o segmento. Vou postar a versão original junto com a versão do “regravador”, pra vocês darem uma comparada.

– É O AMOR – MARIA BETHÂNIA

Essa a maioria de vocês conhece, mesmo porque ela toca durante um trecho do filme “2 filhos de Francisco”. Mesmo assim, não deixa de ser uma regravação inusitada. Em 2001 (ou 2003, não sei ao certo), a espetacular Maria Bethânia gravou um CD chamado “A força que nunca seca”, no qual ela gravou apenas canções que remetem ao campo, algumas delas medalhões da música sertaneja, como “Luar do Sertão”, “Romaria” e outras. Entre elas, essa incrível versão do clássico “É o amor”, composição de Zezé di Camargo. Ouça no player abaixo. A da esquerda é a versão original, com Zezé di Camargo & Luciano.

ZEZÉ DI CAMARGO & LUCIANO

MARIA BETHÂNIA

– RIO DE LÁGRIMAS – MARTINHO DA VILA

Essa música se tornou um clássico na voz do incomparável Tião Carreiro. Nem sei se a versão com Tião Carreiro é a original, mas sei que ela já foi regravada um quadrilhão de vezes. Uma dessas regravações, no entanto, é provavelmente a mais inesperada. Martinho da Vila cantando a música no seu estilo consagradíssimo. Ouçam no player da direita. A da esquerda é a versão de Chitãozinho & Xororó com a participação de Almir Sater, gravada no último DVD da dupla.

CHITÃOZINHO & XORORÓ

MARTINHO DA VILA

– O MILAGRE DO LADRÃO – PAULO MIKLOS

Essa é a campeã das regravações inusitadas de hoje. A música, composição de Léo Canhoto em parceria com o Zilo, da dupla Zilo & Zalo, foi gravada por algumas duplas, mas não é tããão conhecida assim. A história é maravilhosa e talvez por isso tenha chamado a atenção do titã Paulo Miklos, que resolveu incluí-la em um de seus discos solo, no caso o disco “Vou ser feliz e já volto”. É claro que ele fez uma versão diferente, numa levada no melhor estilo blues. Ouçam a versão original com Zilo & Zalo no player da esquerda e a versão de Paulo Miklos no da direita.

ZILO E ZALO

PAULO MIKLOS

2 comentários
  • Manual Swider: (responder)
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Sobre o autor
Marcus Bernardes é bacharel em direito e entusiasta da música sertaneja. Criou o Blognejo com o intuito de falar de maneira séria e digna sobre o segmento. Hoje é o veículo mais respeitado do meio, sendo referência em coberturas de eventos, lançamentos, entrevistas e análise de mercado.