20 jan 2014 | Entrevistas
Entrevista Exclusiva – João Neto & Frederico

Mais uma semana se inicia e, como de praxe, cá estamos com mais uma de nossas entrevistas. Desde que o bloco se tornou semanal, já são, com a de hoje, 28 entrevistas (!!!). Minha meta é chegar pelo menos a um ano sem falhar uma semaninha sequer.

Os entrevistados de hoje são uma dupla muito querida do público sertanejo e que podem se gabar de ter uma das carreiras mais estáveis do segmento sertanejo. João Neto & Frederico são uma das primeiras duplas da safra universitária e desde então não deixaram a peteca cair. Sempre se mantiveram em uma posição confortável com relação a agenda e aceitação de suas músicas.

A conversa com a dupla girou em torno desta posição sempre favorável de João Neto & Frederico e incluiu detalhes dos últimos projetos e do DVD gravado recentemente em Vitória – ES. Falamos também sobre alguns episódios da carreira da dupla, como a polêmica envolvendo a regravação das músicas “Só de você” e “Pega Fogo Cabaré” por outros artistas na época em que a dupla ainda batalhava por um espaço. Conversamos bastante também sobre a importância da bagagem musical na carreira de um artista ou de uma dupla sertaneja.

Enfim, uma conversa bem descontraída e franca sobre diversos temas bem pertinentes. Espero que gostem. E não deixem de comentar.

20 comentários
  • clauber correia: (responder)
    20 de janeiro de 2014 às 17:25

    Perfeita entrevista! Parabéns Marcão não perco uma!! E realmente estava esperando você trazer o JNeF pra gente ouvir, sou fã demais desses meninos!!
    Parabéns!

  • Phaell Cesar: (responder)
    20 de janeiro de 2014 às 19:33

    Bom, essa dupla é uma dupla muito boa volto a falar isso, talento eles tem de sobra, mas as musicas que eles gravam atualmente não dá pra engolir, sou fã dos primeiros trabalhos deles, principalmente o primeiro dvd “Acústico Ao Vivo” com ótimas musicas como (Só De Você, Pega Fogo Cabaré, Meu Anjo, Pura Magia, Bebo e Dou Trabalho, Filme De Amor, Por Favor Reza Pra nós ) é um cd espetacular pra quem gosta de musica boa, eles citaram ai a época em que eles começaram eu me lembro muito bem, naquela época Sertanejo Universitário era um estilo muito bom, com muitas coisas boas, e na entrevista eles citaram aspectos muito importantes do Mercado atual, e pra complementar o que eles disse volta a postar um vídeo aqui que eu postei no post anterior sobre o Sertanejo Universitário atual:

    http://www.youtube.com/watch?v=m5ieBDLTUKU

    Mas essa dupla é muito boa, talentosa, pelo que eu vi muito sincera, apesar de fazer um trabalho comercial no qual não me agrada, mas não posso tirar o mérito deles.

  • Renan - SP: (responder)
    20 de janeiro de 2014 às 20:20

    Dizer não ao “mercado”, não é dizer não ao público, pois existe público para todos os estilos e ritmos musicais.
    O problema é querer agradar uma maioria através de algo que você não sente, onde você não está sendo sincero consigo e com os outros.
    O mercado é feito pra vender.
    A Música é feita para provocar sentimentos dos mais variados.
    Sobre as regravações, desde 1200 a.c, todo o artista canta em shows, estúdio, músicas de outro artista.
    Não vejo problema desde que tenha autorização, pra mim a música não pertence ao artista, ao compositor, ela sempre será domínio público, a música é de quem gosta e não de quem fez ou gravou.
    Alias, os universitários regravam 85% até hoje de músicas do passado.
    Sobre um artista de nome gravar uma mesma música ao mesmo tempo em que o outro que está começando gravou, é choro.
    Simples, faça melhor, teoricamente se o cantor novato gravar melhor, a música fará sucesso com ele, e não com o artista de nome que regravou.
    Exclusividade é choro de pessoa orgulhosa que não da conta de gravar melhor, que não se garante.
    Bons comentários:
    “A música não é mais arte”.
    “Pega o Zé ninguém e o Zé Paulo e se forma uma dupla”.

    • Renan - Harare (capital do Zimbábue): (responder)
      20 de janeiro de 2014 às 22:47

      Esse é meu Nanzinho :)

      • Alan: (responder)
        21 de janeiro de 2014 às 01:21

        o que me dá raiva é ficarem regravando por exemplo “Saudade de minha terra” em tudo que é disco de regravaçao de modão. Poxa,tem que ficar regravando esses chavões só pra dizer que é “sertanejo”??tem tantas músicas fodas de “Lado b” que podem ser regravadas dos anos 80 e 90 e até 2000. e nem mudar o arranjo…é sempre a mesma coisa (com exceções,como Double face vol 2) dar uma variada não mata ninguém.

    • Neto Figueiredo: (responder)
      21 de janeiro de 2014 às 07:55

      Esse sabe de música kkkkk quanta bobagem num comentario

    • Filipe: (responder)
      21 de janeiro de 2014 às 10:05

      Cara, esse Renan – SP é uma lenda nos comentários, não entende nada de nada do mercado, de estourar um artista e fica falando essas coisas sem sentido nenhum, algumas coisas até concordo, mais algumas me doem os olhos ao ler.

      • Renan - SP: (responder)
        21 de janeiro de 2014 às 13:28

        “Saudade da Minha Terra”, “Menino da Porteira”, “Pagode em Brasilia”, foram regravadas á exaustão, geralmente o “lado B” do sertanejo, tem coisas mais interessantes que o lado comercializado.
        OBS: “Menino da Porteira” é imbatível.
        Sobre o mercado e a música, são duas coisas que não combinam, pois o mercado distorce a verdade da música, de um compositor, artista.
        Conheço vários artistas que vivem no limbo da mídia, e mesmo assim conseguem viver decentemente, não são gananciosos, não vendem a sua verdade num mercado.
        O problema é que no sertanejo, muitos ficam deslumbrados com o sucesso.

        • Renan - Harare (capital do Zimbábue): (responder)
          21 de janeiro de 2014 às 19:11

          Esse é meu Nanzinho :)

        • Anônimo: (responder)
          21 de janeiro de 2014 às 23:21

          Esses chavões são clássicos, mas de tanto que regravam que chega até a chapar. Se dessem o trabalho de ouvir mais músicas iam achar “Pago Dobrado” (CH&X), “Coração de Pedra” (Milionário e José Rico) e outras tão boas.

          • Alan: (responder)
            21 de janeiro de 2014 às 23:23

            O comentário acima é meu.

  • Felipe César Silva nunes: (responder)
    20 de janeiro de 2014 às 22:55

    Parabéns pela entrevisata e pela matéria!! Top de linha!!! Abraço!!

  • Paulo Ricardo: (responder)
    21 de janeiro de 2014 às 01:09

    Top. Fã demais desses caras. Sou fã deles desde 2008. Como sou catarinense onde eles só estouraram alguns anos depois, conheci as modas citadas (Só de Você e Pega fogo Cabaré) com Guilherme e Santiago, e pensava que quem havia regravado era JNeF. Foda.

  • Renato Murakawa: (responder)
    21 de janeiro de 2014 às 01:36

    Entrevista top, mostrou um pouquinho do pensamento e filosofia de trabalho, a qual sou fã e concordo plenamente.

    Seu trabalho está cada vez melhor e essas entrevistas são demais. Grande abraço!

  • Fabio Roque: (responder)
    21 de janeiro de 2014 às 12:58

    BOA DEMAIS ESSA ENTREVISTA!!! Sempre quis ouvir a opinião deles sobre as músicas deles que foram regravadas por outros artistas.

  • LUCIANO SILVA: (responder)
    21 de janeiro de 2014 às 19:51

    Esse negócio de artista renomado gravar música de quem tá começando é complicado. Na década de 80, Milionário e José Rico regravaram músicas de João Renes e Reny (Ausência e Por que chora a tarde) e condenaram a boa dupla de Coromandel ao anonimato. Por falar em Coromandel, pra quem não sabe é a cidade de Goiá um dos compositores de Saudade de Minha Terra junto com Belmonte. Outro assunto que também merece atenção é o da jogada dos cantores pseudo compositores, aqueles que propõem parcerias para ficar com os méritos das composições. A jogada funciona porque o compositor desconhecido tem a ilusão que irá ganhar destaque tendo seu nome em segundo plano num encarte de CD. No mais a entrevista foi interessante e levantou bons tópicos.

  • Luciana: (responder)
    22 de janeiro de 2014 às 01:15

    Eu tive a oportunidade de assistir a um show de JN&F em meados de 2007. Lembro-me de ter ficado encantada com o repertório e a qualidade da dupla na ocasião. E sempre me perguntei o porquê deles terem partido pro dito lado “comercial”, pois é uma dupla que tinha um repertório muito bom (e sempre achei que não precisavam ter feito isto). Assistindo à entrevista, várias dúvidas me foram sanadas e tive, inclusive, uma ideia do tamanho da frustração de se estar crescendo e ver todo o fruto de seu trabalho descer pelo ralo (em função das gravações não autorizadas). Muito boa entrevista. Boas questões levantadas. E um pouco de vergonha alheia no que tange às gravações sem autorização…

  • Elias Ramon: (responder)
    26 de janeiro de 2014 às 13:20

    Quem Guilherme e Santiago “roubaram” as músicas deles?

  • paulo Vinicius: (responder)
    28 de janeiro de 2014 às 02:39

    Grande Marcos Parabéns pelo seu trabalho, você e simplesmente fantástico.

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Sobre o autor
Marcus Bernardes é bacharel em direito e entusiasta da música sertaneja. Criou o Blognejo com o intuito de falar de maneira séria e digna sobre o segmento. Hoje é o veículo mais respeitado do meio, sendo referência em coberturas de eventos, lançamentos, entrevistas e análise de mercado.