19 fev 2014 | Lançamentos
Evandro & Agnaldo lançam parceria com Pedro Paulo & Alex. Vejam abaixo as duas versões do clipe de “Bem me quer, mal me quer”.

Saiu no fim de semana uma nova música da dupla Evandro & Agnaldo. “Bem me quer, mal me quer” traz ainda a participação da dupla Pedro Paulo & Alex.

A música traz uma pegada ousada, que flerta com a música eletrônica. Tanto que a música foi lançada no Youtube em duas versões: um clipe com a versão normal e um com uma versão eletrônica da música.

“Bem me quer, mal me quer” é mais uma composição do Evandro. A produção é do Orlando Baron, com direção executiva do Alysson Kallil. A direção do clipe é do André Jacques, da Caverna Filmes.

Confiram abaixo as duas versões da música.

* Versão Original

* Versão eletrônica

UPDATE

Recentemente a dupla liberou na web a íntegra de seu mais recente projeto. Trata-se de um DVD apenas em voz, violão e acordeon, cheio de modões e ainda com a participação da dupla Matogrosso & Mathias. Relembrem abaixo.

38 comentários
  • Alexandre Vieira: (responder)
    19 de fevereiro de 2014 às 13:37

    zuado

  • Phaell Cesar: (responder)
    19 de fevereiro de 2014 às 14:50

    Olha só mais dos mesmos, a musica em si é ruim, o timbre das duas duplas desagradáveis, uma melodia pavorosa, como diz o amigo acima “ZUADO”.

    • Marcus Vinícius: (responder)
      19 de fevereiro de 2014 às 20:29

      O que eu mais acho legal nos comentários do Renan – SP, do Phaell e do Luciano Silva é que não há contraparte. TUDO o que é postado aqui é criticado como se fosse a pior coisa do mundo, mas não há uma proposta concreta da parte dos críticos sobre como as coisas deveriam ser feitas. Quando vocês tentam sugerir, vocês invocam o passado. Dia desses o Luciano foi sugerir a um dos maiores bateristas da atualidade que mixasse o som de suas gravações de bateria com base em músicas de 20 anos pra trás ou mais. É como pedir ao Fusion que resgate o motor do Escort. Os anos passam, o jogo muda e a preferência das pessoas segue a ordem natural. Vai se modificando. Tudo bem preferir as coisas como eram, mas se for reclamar de TUDO, mas absolutamente de TUDO o que é novo, é bom que se tenha uma alternativa a apresentar. Pra pelo menos não parecer tão, mas tão, mas tãããão vazio de conhecimento. “NOSSA, A MÚSICA SERTANEJA ESTÁ UMA BOSTA”, “NOOOOSSA, ONDE VAMOS PARAR????”, “NOOOOOOOOSSA, MIMIMI”. Tá, mas e aí, o que sugerem? E pelo amor de Deus, sejam criativos. Pensem à frente e não para trás. Senão vão continuar sendo o que soam toda vez que perdem o tempo de vocês reclamando de algo que não vai mudar só com base nas palavras de vocês: um bando de tapados que definitivamente não tem nenhum conhecimento de causa. Porque enquanto não tiverem um argumento como “eu fiz assim em tal trabalho e deu muito certo”, vai continuar não adiantando nada.

      • Renan - SP: (responder)
        19 de fevereiro de 2014 às 21:09

        Caro Marcão, não cabe a nós, meros comentaristas, achar a solução para a sonoridade universitária, quem tem que fazer isso são os produtores meia boca do segmento, mas prometo ajudar.
        Como diria Chacrinha “Nada se cria, tudo se copia”.
        Aceite ou não, foi isso que o universitário fez, castelhana/gaúcha/Axé/Funk, tudo isso é o mesmo que chupar uma bala de menta com uma camisinha na língua (não tem gosto de nada).
        E não há um crítico no mundo, que se atreva a dizer que o Sertanejo raiz não é atual, que os Beatles não são atual, tudo que veio nos últimos anos é uma cópia (mal feita) de algo.
        Já foi inventado tudo, o que resta a fazer é mesclar sons, como o universitário fez, só que eu sugiro:
        É inadmissível que uma música romântica sertaneja (que exige sentimento, algo mais forte) não tenha um guitarra compatível ou um teclado (É aí que poderiam ter mais humildade e dizer “César Augusto, me ensina”).
        Uma música animada, não pode causar constrangimento na letra, e sem falar que a forma com que usam a sanfona, faz tudo parecer de plástico ou como um crítico inglês disse:
        “Comercial de jingle numa rádio da Romênia”
        Eu sugiro uma mescla que tenha orquestração, guitarra, piano, tentando extrair o máximo desses instrumentos, e não tocando violãozinho que até meus vizinhos fazem esse tipo de som, essas músicas de menino de colegial apaixonado, que fica tocando no recreio a troco de atenção das menininhas.
        Pode se basear também no DVD “Chitãozinho e Xororó Sinfônico”, já imaginou um sub gênero chamado de Sertanejo sinfônico?
        Recomendo também ouvirem qualquer álbum do Chrystian e Ralf dos últimos 15 anos pra cá, ali tem muita coisa diferenciada e bem feita.
        Qualquer grande artista da história mundial, teve uma grande influencia de algo do passado, ex: Beatles – Chuck Berry.
        Volto a repetir, não tem nada novo, nem o Universitário:
        Melodias: Castelhanas/gaúchas/Funk/Axé/Eletrônico, ou seja, atirando pra todo o lado, para vender, encher o bolso, e dane-se a verdade musical individual.
        Letras: Românticas (presente em todo gênero musical)/Funk.
        E quem não arrisca não petisca.

        • Renan - SP: (responder)
          19 de fevereiro de 2014 às 21:53

          Imagina você dizer para um pianista de Jazz, que o gênero dele está ultrapassado, e que ele teria que colocar uma sanfona de acompanhamento.
          Imagina dizer para uma banda de Heavy Metal, que eles tem que colocar uma sanfona, ou então trocar a guitarra pelo violão.
          É só no Sertanejo que tem essa frescura de querer mudar.
          Isso aí não é Sertanejo, chama-se “Topa Tudo Por Dinheiro”, não daria pra viver dignamente como os outros gêneros?
          Precisa colocar tanta mulher rebolando, letras com idade mental de 12 anos e arranjos quadrados tudo igual?
          O que precisa surgir sempre, são novas músicas e não trocas de fórmulas como se troca de roupa.
          O Sertanejo vinha muito bem obrigado, mas aí uns tubarões descobriram uma fórmula de ganhar mais dinheiro, nem que pra isso, precisasse fingir que fazia Sertanejo.
          Aos poucos junto com a Globo (que sonha por interesses pessoais destruir o verdadeiro Sertanejo), foram mudando, até chegar a um ponto onde ninguém (incluindo críticos sérios e músicos sérios) sabia o que era Sertanejo mais, todo mundo percebeu o Funk, o Axé…

          • Renan - SP: (responder)
            19 de fevereiro de 2014 às 22:17

            Só houve renovação nos nomes.
            Porque o segmento é uma série de cópias bagunçadas.
            E outra, 90% dessas duplas de hoje, não conseguem cantar músicas antigas com determinadas melodias, conseguir, conseguem, mas desafinam, e precisam passar pele tecnologia no estúdio, e passar vergonha ao vivo.
            Por isso, que essas musiquinhas novas, ditas universitárias, veio bem a calhar pra eles, fáceis de cantar, com arranjos que não exigem muito do cantor.

            • Phaell Cesar: (responder)
              19 de fevereiro de 2014 às 23:30

              Marcão o que que eu posso sugerir é que eles nascesse com outra voz, não vejo nada de agradável, eu não vou ficar aqui dando minhas sugestões sendo que o mercado de hoje não vai usar meus requisitos, eu não vejo nada demais usar musicas mais simples, como dizem “Ácustico”, contando que tenha bons solos de violões e seja bem bacana,aí ouvimos de boa, pra ter conteúdo não precisa ser musica só romântica, cantar musica romântica não é pra qualquer um, tem que passar sentimentos, quer fazer animadas sem problemas mas mude a formula essa já deu, coloque letras animadas e melodias que façam algum efeito, musicas engraçadas, bem elaboradas e criativas, é só pesquisar compositores como Rick, Jovelino Lopes, Alcino Alves, Jairo Góes, Teodoro, Waldir Luiz e outros, esses caras são muito criativos em quesitos musicas animadas.
              Eu não posso ficar aqui citando o que eu acho que tal musica deveria ter.

              • Phaell Cesar: (responder)
                19 de fevereiro de 2014 às 23:43

                Marcão e também eu não posso sugerir que acrescentem tal elemento ou tirem tal elemento, que não basta só eu vir aqui e falar, tudo é muito relativo, tudo precisa de uma formula, um jeito eu posso estar pensando em um jeito aí eu comento aqui e fazem de outro, não da pra apontar o que dever ser feito.
                No post anterior que eu comentei que eu não gostei da bateria, muita gente me perguntou não gostou do que na bateria ? como é que eu vou explicar aqui, “Ah eu não gostei do TATATA TUM TA TATATA” faz sentido eu falar isso alguém vai entender ? só vai entender se a pessoa estiver pessoalmente comigo, aí sim eu posso estar ouvindo junto com ela e apontar qual foi o ponto que eu não gostei e como eu acho que ficaria melhor.

                • Renan - SP: (responder)
                  20 de fevereiro de 2014 às 00:24

                  Produção é um trabalho que a pessoa vai desenvolvendo no estúdio, não é que nem fazer miojo (em 3 minutos está pronto).
                  Agora dizer que nossas opiniões foram vazias, francamente, só falta traduzir pra outras línguas.
                  Nada mais democrático do que o gosto e não gosto, respondendo assim, não existe explicação, é algo pessoal.
                  Mesmo assim me esforcei para tentar esclarecer.

                  • goiano: (responder)
                    20 de fevereiro de 2014 às 12:09

                    calma marcão! vou chamar o cesar augusto para vc! kkkkkkkk

      • Luciana: (responder)
        20 de fevereiro de 2014 às 01:13

        Marcão, se me permite, e não quero entrar no mérito de quem é o melhor ou o pior baterista, porque acredito que em se tratando de música, a arte é livre, e cada um ouve aquilo que lhe é agradável aos ouvidos, mas eu concordo com a reclamação da “minoria” no que tange a dizer que tudo soa igual. Quanto a ser (ou fazer) diferente, permita-me colocar o link de uma música cuja bateria foi tocada por um amigo meu formado há pouco tempo no Bituca (http://www.youtube.com/watch?v=sEpiiwQMnq8). O moleque tem 23 anos. Apesar de não ser o estilo de música que me agrada pra ouvir em casa ou no carro (e eu já deixei isso bem claro pra ele, porque é meu amigo), eu ouvi a guia quando me enviaram e uma das coisas que mais me chamou a atenção foi justamente os break’s na bateria, as viradinhas e a forma atravessada com a qual o Juninho toca (e vou deixar bem claro, eu entendo de percussão igual entendo de turbina de avião: “porr@ nenhuma”). Mas, na minha ignorância, essa bateria me soa diferente. Se for igual a todas as outras, méritos ao produtor que fez a mixagem de cada uma das caixas com os demais instrumentos. Mas se for diferente, méritos pura e exclusivamente ao Juninho Castro, he, he, he… Resumindo: eu acesso o blog todo dia e não sou de fazer críticas destrutivas, porque acredito que o sol é pra todos e acredito que o próprio mercado, como disse o sábio César Augusto, se encarrega de fazer a peneira (porque ninguém permanece com 20 anos pra sempre e os gostos musicais, assim como as idéias, amadurecem). Mas que o combo musical tem cada dia mais se assemelhando às novelas da globo, ah, isso tem. Até concordo contigo que buscar no passado e citar coisas de anos atrás não é legal, porque tudo deve se renovar. Mas numa era onde nada se cria, tudo se copia e cola, fica díficil… E quem tiver ouvidos para ouvir, que ouça…

      • Fábio Roque: (responder)
        21 de fevereiro de 2014 às 00:52

        KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, posta o link do post com esse comentário pra gente ler!!!

  • artur: (responder)
    19 de fevereiro de 2014 às 16:53

    MEU DEUS DO CÉU. ONDE VAI PARA ISSO?
    OLHA ESSE LIXO. OLHA TODOS ESSES LIXOS POSTADOS RECENTEMENTE. EU SEI MARCÃO, NÃO É CULPA SUA.
    MAS VAI TOMAR NO ** DESSA GERAÇÃO DE MERDA.

  • Ariel Magalhães: (responder)
    19 de fevereiro de 2014 às 17:14

    Site – http://www.evandroeagnaldo.com.br
    Facebook – http://www.facebook.com/Evandro-e-Agnaldo
    Youtube – http://www.youtube.com/user/duplaevandroeagnaldo

  • Guilherme: (responder)
    19 de fevereiro de 2014 às 17:38

    Assistam ao meu cover de Recaídas do Henrique e Juliano:

    http://www.youtube.com/watch?v=GodjJ3UdLZI

    • Luciana: (responder)
      19 de fevereiro de 2014 às 20:45

      Olá, mocinho! Assisti ao seu vídeo e gostei do seu timbre vocal. Se me permite, vou deixar algumas dicas que talvez te ajudem nas gravações futuras (apenas quanto à parte vocal):
      1) Tome um pouquinho de cuidado com as finalizações dos versos. Sustentar notas longas com a voz de peito pro muito tempo às vezes nos leva a desafinar um pouco. A técnica do vibrato nas finalizações de notas longas ajuda (e muito) a corrigir e até disfarçar estes pequenos erros;
      2) Uma outra forma de corrigir as finalizações é não prolongar tanto as notas, cortando o som, mesmo que na versão original a nota seja longa (isso ajudar a deixar a música com um toque característico seu);
      3) Cuidado com a postura do pescoço quando estiver tocando violão e cantando assentado. Normalmente, tendemos a ficar com a coluna um pouco curvada e projetar o pescoço para a frente quando estamos tocando e cantando (o que prejudica a vibração das pregas vocais e também leva a desafinações). Nesse caso, a dica é, quando for gravar os vídeos, grave-os de pé.
      4) A música é difícil de ser cantada, e exige técnicas vocais e de respiração bem difíceis . Em alguns momentos tive a impressão de que o ar estava te faltando (sua voz de peito perdeu a força). Nesse caso, o fato de estar de pé também ajuda.
      5) Quando for gravar um cover, tente colocar a sua marca, a sua identidade na música, e fazer com que ela se torne sua. Ouse e arrisque mais (fiquei esperando vc fazer uma voz rasgada ao estilo do Bruno no refrão, e notei que vc tem potencial pra isso). Como exemplo, recomendo que você dê uma olhada no youtube nos canais do Boyce Avenue, HelenaMaria e da própria Laís, senão o seu vídeo acaba sendo só mais um de muitos (quando digo isso, estou falando não só da parte vocal, mas do arranjo dos instrumentos também; nessa hora, qualquer acorde onde você enfeita com uma 4ª, 6ª ou 9ª, dependendo do caso, faz a diferença, principalmente quando se está dedilhando).
      Enfim, se estiver disposto a aprender, tem um canal no youtube de um professor de canto e técnicas vocais que é muito interessante. Ele não é o suficiente pra vc aprender tudo, mas vai te dar um norte. O link é esse http://www.youtube.com/channel/UCAan4BoRGdRQQ_2GY6SYjjw . No mais, parabéns pelo simples fato de que vc não tenta imitar a voz de ninguém.

      • Guilherme: (responder)
        19 de fevereiro de 2014 às 23:20

        Obrigado pelas dicas!

        Eu sempre cantei mas nunca tive nenhum treinamento vocal, vou começar a prestar a atenção nesses momentos que você falou, muito obrigado.

        • Luciana: (responder)
          19 de fevereiro de 2014 às 23:52

          Não precisa agradecer, Guilherme! Seu timbre vocal é muito agradável (pelo menos foi aos meus ouvidos), você tem afinação, sua voz tem identidade e você é um menino novo (te dou 23 anos no máximo ,rs), ou seja, seu futuro só depende de você e da sua dedicação. Abraços e sucesso, guri!

        • Luciana: (responder)
          20 de fevereiro de 2014 às 00:10

          Ah, quanto a voz rasgada do Bruno, cuja técnica se chama “drive”, no canal que te indiquei tem esse vídeo, postado recentemente, que achei fantástico. Mas deixe de ver os anteriores.

          • Guilherme: (responder)
            20 de fevereiro de 2014 às 03:07

            Tenho 19, hahaha.

  • Renan - SP: (responder)
    19 de fevereiro de 2014 às 19:11

    Enquanto a maioria já fez o bolo, uns ainda estão vindo com a farinha.
    Depois que boa parte já ingeriu todo o néctar, uns ainda estão chupando o bagaço da laranja.
    O mercado já está 747 Km de distancia disso aí, saiu do inferno, e está agora no purgatório.
    Destino “Estação Paraíso”?
    OBS: Aos mais caretas de plantão, isso é só uma analogia (inferno, purgatório), inclusive, “Estação Paraíso”, é o nome de um álbum da dupla Chrystian e Ralf, que aliás e na minha opinião um dos álbuns mais modernos do gênero, pioneiro em 1999, apontando um caminho interessante para uma boa modernização do “Sertanejo”, pena que não serviu de parâmetro para o Universitário castelhano/gaúcho.

    • Renan - SP: (responder)
      19 de fevereiro de 2014 às 19:13

      /Axé/Funk

  • Marcelo: (responder)
    19 de fevereiro de 2014 às 22:58

    OLha O QUE VAZOU DO BRUNO E MARRONE – STOP QUE ELA é TOP – https://www.youtube.com/watch?v=UC49Uw3Zz4A

    • Renan - SP: (responder)
      20 de fevereiro de 2014 às 00:08

      Tem dupla que num ano, vem na tv e diz:
      “Vamos salvar os ouvidos de muita gente”
      No outro muda.
      Aí volta.
      Aí muda de novo.
      Atiram pra todos os lados, e nunca acertam o alvo.
      E nem vem dizer de música mais tocada do ano, pois isso repercutiu em programas sérios, onde ninguém nunca escutou tal música.
      E também, todo mundo sabe que acabou aquele negócio da pessoa falar ao vivo no rádio para pedir música (O que toca é tudo jabá, pago).
      E ainda onde apareceram como mais tocado, foi divulgada por uma empresa, que quem conhece, diz que tem mais falhas do que no governo.

  • Renan - SP: (responder)
    20 de fevereiro de 2014 às 00:45

    Postar ou não, eis a questão.
    O Marcão agora vai ficar “louco”…
    Será que ele já foi dormir?
    Qualquer problema sério, pode censurar Marcão.
    É um texto escrito por um crítico musical, onde ele esclarece os bastidores universitário.
    Só não vou dar os créditos, pra não ser antiético.

  • Renan - SP: (responder)
    20 de fevereiro de 2014 às 00:50

    “Por trabalhar há quase duas décadas lidando com o show business como jornalista/editor/redator-chefe em revistas “físicas”, escrevendo aqui no portal @!?@&*#%! e, mais recentemente, botando minha cara e minhas opiniões sinceras em programas de TV, acabei aprendendo e descobrimento uma série de macetes para entender como funcionam os meandros da carreira dos artistas em geral. Por outro lado, até hoje fico espantado com a ingenuidade do público em relação ao meio artístico e, principalmente, aquilo que se convencionou chamar de “sucesso”.

    A própria palavra nos dias de hoje adquiriu um sentido completamente diferente do que era no passado, acompanhado agora por um olhar muito mais frívolo e descartável por parte do público. “Sucesso” significava vender muitos discos, fazer turnês concorridas e estabelecer uma carreira estável e bem equilibrada, não importando o som que o artista fazia. Hoje a palavra se tornou tão banal que vale para qualquer coisa: ter vídeo com milhares de acessos no You Tube (mesmo que falsos), aparecer diariamente em sites de fofocas sem ter feito algo que preste em termos artísticos, ser alvo de chacota por parte do próprio público… Tudo é “sucesso”!

    Frequentemente sou abordado nas ruas e várias vezes questionado a respeito de alguns detalhes e situações deste universo. Como disse anteriormente, fico surpreso com a ingenuidade com que as pessoas enxergam este mundo considerado “à parte” pelo povaréu. Explico pacientemente a estas pessoas que tal “mitificação” do meio artístico é um grande erro, já que as pessoas são seres humanos normais, como todo mundo, com defeitos e qualidades. É lógico que muito artista acredita estar acima dos mortais, mas aí é questão de prepotência e egolatria de cada um. O que procuro mostrar, em poucas palavras, é que o meio artístico tem as mesmas características de outros setores profissionais.

    Veja, por exemplo, o caso do meio “sertanejo”, seja ele “universitário” ou não. É um universo tão cheio de falcatruas, puxadas de tapetes, fofocas, espionagens, subornos e situações eticamente deploráveis como qualquer outro, seja um banco, uma multinacional, uma indústria, um clube de futebol ou uma empresa qualquer. Resumindo: é um mundo tão podre quanto qualquer outro.

    Conversando em “off” com as pessoas envolvidas direta e indiretamente a ele, presenciando cenas e situações inacreditáveis e, ainda por cima, com um certo distanciamento, consegui montar na cabeça um quadro que me permite escrever algumas poucas linhas neste espaço.

    Itens como “faturamento”, “público”, “repertório” e “relações profissionais/pessoais” são tratados de maneira muitas vezes nojenta por parte de artistas e empresários. Já escrevi isto algumas vezes e repito agora: se os fãs soubessem o que um artista pensa realmente a respeito de seu público, ninguém nunca mais sairia de casa para ir a um show ou comprar um disco no camelô da esquina.

    Outra coisa: há uma enorme rivalidade dentro deste mercado. E isto não é somente protagonizado pelos próprios artistas e duplas, mas principalmente pelos “escritórios de agenciamento”, que detém os direitos de dezenas de nomes, famosos ou não, e que são administrados com mão de ferro por grupos de empresários muito próximos daquilo que a gente conhecia como “Máfia”.

    É uma competição sem fim para ver quem faz mais shows, quem cobra os maiores cachês, qual turma é mais poderosa… Shows com pouco público ou eventos que fracassam são motivos de comemoração por “escritórios” rivais. A impressão que se tem é que esta competitividade desenfreada vai render algum prêmio em dinheiro ou troféu no final do ano. A vaidade, a ganância e o ego são muito mais importantes que a música em si.

    Este tipo de cenário surgiu quando três “escritórios” diferentes resolveram se unir e montar uma turnê chamada “Amigos”, reunindo três das maiores famosas duplas dos anos 90 – Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo – e que acabaram monopolizando a atenção da maioria dos contratantes de shows do Brasil. E assim continuaria sendo, mas a morte precoce de Leandro fez o projeto ter um fim. Foi a deixa para que dezenas de outros “escritórios” fossem criados para capitalizar um mercado em expansão.

    Para você ter uma ideia, o Brasil inteiro tem hoje um grupo de pouco mais de 20 contratantes poderosos, que monopolizam o esquema de contratações de artistas para os eventos mais importantes do ano. Somente os “escritórios” ligados a este grupo conseguem levantar uma boa grana no empresariamento de seus artistas, o que permite o pagamento do famoso “jabá”– agora conhecido eufemisticamente como “verba para divulgação” – para rádios e programas de TV, além de uma série de outras “regalias”. Quem está fora, fica com as migalhas…

    É por isto que o tal de “sertanejo universitário” é um verdadeiro celeiro de músicas ruins e artistas sem talento. Todo mundo quer aparecer, pouco importa se por intermédio de uma música de baixíssima qualidade. O que vale é conseguir um hit, comprar um carro de luxo e contar com periguetes na porta dos camarins, implorando você sabe bem pelo quê. Ninguém pensa em uma carreira sólida a longo prazo. Ter “sucesso” hoje é um emprego, um negócio, de curtíssima duração.

    É claro que tudo isto acontece nos bastidores. Nos programas de TV e nos shows todo mundo é “amigo”, todo mundo é “bacana”, todo mundo tem “música boa”, todo mundo tem “sucesso merecido”, uns dão tapinhas nas costas dos outros como se fossem todos de uma mesma família… Tudo isto emoldurado por sorrisos de plásticos tão falsos quanto uma nota de R$ 8. Vale qualquer coisa para esconder a realidade das fãs…

    Você leu recentemente que o Fausto Silva descobriu um esquema dentro do programa dele – para beneficiar determinados artistas, que pagavam uma bela bolada para membros da produção? Já percebeu que duplas e artistas surgem e desaparecem em um piscar de olhos? Nunca reparou nisto? Então comece a prestar atenção…”

    • Phaell Cesar: (responder)
      20 de fevereiro de 2014 às 12:14

      É a mais pura verdade, como você disse isso não é só no Universo Universitário não, o futebol hoje é um grande exemplo disso. Você destacou bem o que é sucesso, eu estava vendo uns vídeos aqui do Regis Tadeu detonando uns funkeiros cara a cara com eles, e um grupinho de funk lixo na minha opinião falou assim pra ele, “mas nós temos mais de milhões de acessos no youtube e vamos fazer um show fora do Brasil, se isso esta acontecendo é porque o publico gosta e tal…”, Renan você frisando essa parte “Sucesso” fez me lembrar da resposta dele, “Não é porquê você tem milhões de acessos é que todo mundo esta gostando dessa porcaria, tem gente que assiste o vídeo por curiosidade, outros vão só pra debochar dessas barbaridades, outros vão só pra fazer comentários tirando sarro, outros vão só pra negativar o video e tal”, sobre essa parte de fazer shows fora do Brasil ele deu uma resposta muito boa também, mas não me recordo aqui. Vou ser o mais sincero possível aqui, o brasileiro é o povo mais lento, mais desatento, mais preguiçoso e mais sem cultura, aqui no Brasil a palavra cultura significa, “qualquer coisa”, infelizmente as pessoas são assim, as pessoas não leem, não compra cds originais porque acham caros, cada um gasta o seu dinheiro com o que quiser, mas pagam tais roupas só pra ficarem ostentando, pagam bebidas pra encher o c* de álcool e fazer gracinha, vão a shows com segundas intenções, tem a oportunidade de estudar e querem pagar de descolados, vão pra aula só pra zoar, não vou ser hipócrita de falar que nunca fiz bagunça na escola porque fiz sim, por anos fui o pior aluno da escola, hoje eu tô com 19/20 anos e sou uma pessoa muito rica em cultura, a minha cabeça hoje é muito madura, a pessoa que eu era em 2012 pra pessoa que eu me tornei em 2013 pra daqui pra frente me considero um cara sábio, dou muito mais valor a tudo que é bom, nem tenho intenções de seguir moda, acho que o erro esta na cabeça das pessoas; politica mesmo o povo vota em qualquer um e depois fica reclamando, vai em manifestações pra quebrar tudo, mais é o povo que tem o poder nas mãos, mais tem preguiça de fazer o país acordar, eu sei que grande maioria dos políticos são uns canalhas, vagabundos, mentirosos e ladrões, mas existem poucos honestos, a internet esta no ar pra isso, pra pesquisar, ano de eleições presumo que vai ser mais um ano de burrice, votos jogados fora, o país acorda pra um período e dorme por séculos, ano de copa do mundo que deveria ser o ano para as pessoas irem a luta por um país melhor, para os de fora verem o que acontecem no nosso Brasil, mas não… nem é o caso de eu estar falando de politica aqui, mais as pessoas tem que abrirem os olhos em tudo que é feito, temos que adquirir mais conhecimentos, mais cultura, mais consciência, as pessoas acham que tudo é feito bonitinho, gostosinho, mais nunca sabem o que acontece por trás.

      • Phaell Cesar: (responder)
        20 de fevereiro de 2014 às 12:29

        O que eu esqueci de citar aqui é que o modismo faz a pessoa ter até um certo preconceito, conheço varias pessoas que só escutam musicas atuais, a musica pode até ter sido lançada ontem, aí passa 3 meses a pessoa fala assim, nossa como essa musica é antiga, o pessoal tem um preconceito com musicas antigas, eu escuto musicas das décadas de 40,50,60,70,80,90,2000,2010,etc escuto qualquer gênero, para até ter um melhor conhecimento musical e ter mais influências, eu com 19 anos escutando tais musicas, o que as pessoas mais falam pra mim, “CREDO, VOCÊ ESCUTA MUSICA DE VÉIO”, quando eu escuto isso me dá uma vontade de falar coisas que só quem pode segurar é a paciência, eu particularmente escuto musicas boas, independente de gêneros e de anos de vida que a musica tem, esses dias eu estava numa fila pra pagar algumas contas, e eu estava escutando no meus fones de ouvido Tom Jobim, duas meninas me olharam e começaram a rir, digo que é até um sorrisinho escroto, até porque elas estavam usando umas roupas de piriguete assumidas, e aposto que só escutam esses lixões de Funk carioca, Funk ostentação.

        • Renan - SP: (responder)
          20 de fevereiro de 2014 às 14:06

          Phaell, concordo com tudo o que disse no primeiro comentário.
          Sobre o segundo, vá se acostumando, eu moro numa cidade de 20 mil habitantes, e quando eu digo que ouço certas coisas, o pessoal estranha, como se fosse algo proibido, típico de coronelismo.
          Mas eu entendo, afinal nem todo mundo é musical, a maioria das pessoas ouvem música, como um passatempo, um som ambiente.
          Eu gosto de sentar e prestar atenção, não gosto de conversar quando estou ouvindo música.
          Tudo que não for modinha, é vitima de “preconceito”, mas posso lhe garantir que já foi pior (anos 90), hoje se encontra mais pessoas diferentes, e com isso, há uma maior aceitação social.

  • @ariomester: (responder)
    20 de fevereiro de 2014 às 02:13

    Minha opinião: achei a ideia boa, tudo bem feito, mas senti os cantores muito pouco a vontade com este formato meio eletrônico, nas duas versões. Não sei se é só impressão minha, mas foi a impressão que eu tive – que o timbre de voz e o estilo vocal e estético dos cantores meio que ficou fora de sintonia com o arranjo.
    Às vezes mudar algo da eletrônica, ou os cantores criarem mais intimidade com o clima da música eletrônica ajudasse porque a voz parece boa, parece que cantam bem, mas não senti sintonia com o arranjo, mas a ideia é massa e mais trabalhada pode render coisas bem legais!

  • LUCIANO SILVA: (responder)
    20 de fevereiro de 2014 às 03:24

    Marcus, apesar das nossas últimas discussões te digo que não levo isso para lado pessoal e que gosto muito do seu trabalho. Justamente por gostar do seu trabalho é que sempre participo do NOSSO blognejo, se assim você permitir que o chamemos. Todo comentário apresentado aqui tem seu valor e demonstra o que cada um sente em relação à determinada música, letra ou arranjo. Pode acontecer da gente expressar mal algum pensamento ou fazer alguma brincadeira mal feita com as palavras, mas nunca no sentido a denegrir o trabalho ou a moral de alguém. No entanto, alguns músicos, cantores e produtores subestimam a nossa inteligência e aí não tem outro jeito, é chibatada mesmo. Fazem umas porcarias de letras e acham que são composições, fazem alguns barulhos sem nexo pensando que tem harmonia e melodia e usam o combo (bateria, baixo, violão e sanfona) de qualquer jeito e dizem que produziram. Não dá, nem todo mundo é tão idiota assim. Marcus, eu sugeri mesmo algumas músicas (de até 20 anos atrás) ao Anderson Nogueira, pois o próprio demonstrou humildade e solicitou. Vale lembrar que te desafiei a encontrar alguma música no gênero sertanejo com PERCUSSÃO/BATERIA, BAIXO E METAIS melhores que da música “Dá-me Dá-me” do Daniel ( https://www.youtube.com/watch?v=5UHEmDftpe4 ) .

  • Dêma: (responder)
    20 de fevereiro de 2014 às 18:46

    Meu Deus… Queria um negócio desse aí pra fumar tb.
    Meio mundo tá louco…
    Só faltou citarem os cem anos da Primeira Guerra Mundial (1914-2014)…
    Por que os sabichões não pesquisam a biografia dos artistas envolvidos, notadamente a de Evandro e Agnaldo, que já tem 4 albuns gravados e 2 dvd’s.
    Aproveitem tb e pesquisem a carreia do Orlando Baron, que já gravou muito rock, mpb, choro e musica instrumental em geral, e que é muito inteligente, a ponto de entender o mercado e se dar bem com esse jogo de cintura (sem preconceitos).
    Aproveito e indico para vcs, esse link:
    Comentem depois de assistir, se tiverem coragem, cambada de desinformados e desocupados…
    Já q vcs sabem tudo sobre tudo, reparem que nao há overdubs e que todos neste video tocam e cantam MUIIIIIITO……

    http://www.youtube.com/watch?v=Vt6C32ayCzg&feature=c4-overview&list=UU2ydPobPmotZIiw6T02zD7Q

  • Alan: (responder)
    20 de fevereiro de 2014 às 21:34

    Renan, Phaell e companhia Lta..precisava de tudo isto? kk é só música galera; pode ser ruim ou boa, mas não merece o “Fight” que todo mundo anda travando por aqui..

    • Phaell Cesar: (responder)
      20 de fevereiro de 2014 às 23:32

      Alan, o Brasil hoje não é mais como antes não, a época da censura já foi, hoje somos livres para opinar sem maldade alguma, mais nos outros post o pessoal levou pro lado pessoal, querendo censurar meus comentários como de outros leitores, então eu me sinto a vontade pra falar o que eu penso, eu citei que os “cantores são ruins” e o Marcão pediu pra mim dar sugestões, que a gente só faz comentários vazios, eu expliquei acima não tem como eu ficar dando sugestões por um blog, por um email, por carta, isso só é feito pessoalmente, isso é tudo com planejamento, eu citar aqui o que eu gostei e não gostei, o que eu acho que pode ser melhor vai adiantar nada, ninguém vai entender o que eu estou falando, não é eu chegar aqui e citar uma sugestão minha e ela ser realizada de outro, não vai dar em nada, igual o Renan disse “Só um bom e um ruim já basta”.

  • tairo: (responder)
    20 de fevereiro de 2014 às 23:38

    esse renan e loco ele pode criticar a maioria dos novos cantores , que tem muita gente ruim mais ai critica bruno e marrone uma das maoires duplas da historia da musica sertaneja ai ja e dmais isso nao e eu que to falando a historia ta ai pra falar seu doente

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Sobre o autor
Marcus Bernardes é bacharel em direito e entusiasta da música sertaneja. Criou o Blognejo com o intuito de falar de maneira séria e digna sobre o segmento. Hoje é o veículo mais respeitado do meio, sendo referência em coberturas de eventos, lançamentos, entrevistas e análise de mercado.