11 mar 2014 | Notícias
“Me Leva amor” – Bruninho & Davi de clipe e música novos

Acaba de ser lançado na web o novo vídeo da dupla Bruninho & Davi. Recentemente contratados pela Sony Music e com um mega DVD em vias de ser lançado, a dupla acaba de lançar uma nova música, que vai entrar como bônus no disco.

O nome da música é “Me leva amor”, composição do Samuel Deolli em parceria com a Valéria Costa e com o Jhonny Rodrigues. A produção mais uma vez ficou a cargo do Dudu Borges.

Confiram abaixo o vídeo.

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26 comentários
  • Thiago Tridapalli: (responder)
    11 de março de 2014 às 20:50

    Som de verdade com o coraçao. Nada vai poder mudar isso. Parabens!

  • Alexandre Vieira: (responder)
    11 de março de 2014 às 21:21

    legal

  • maykao - go: (responder)
    11 de março de 2014 às 21:30

    top muito bom…os meninos tem futuro

  • emerson: (responder)
    11 de março de 2014 às 22:42

    Apesar de eles fugirem da linha sertanejo e estar mais para um pop, gosto demais dessas mlks, humilde demais, fui em um show deles em guaxupe e foi melhor que o do principal da noite (GL)

  • Allan: (responder)
    11 de março de 2014 às 23:34

    Os arranjos do Dudu Borges são sempre os mesmos, é o mesmo acordeão e bateria todas as musicas.

    • @ariomester: (responder)
      12 de março de 2014 às 00:47

      Também acho que o Dudu Borges tem talento e experiência de sobra pra tentar alguma fórmula diferente da que ele usou no “Curtição” (2009) de João Bosco e Vinícius, um excelente trabalho, eu acho. Depois ele tentou algumas mudanças em outros artistas, mas as idéias centrais dos arranjos ainda são parecidas com o “Curtição”. Às vezes os artistas preferem tentar uma fórmula manjada ao invés de algo novo, mas cabe a um produtor experiente oferecer novas idéias e propostas, a meu ver. Mas vai de cada um. Ficou bem legal o Bruninho e Davi, tudo muito bem feito, mas acho que 1000 artistas soando parecidos não faz bem pra ninguém, minha opinião.

      • Pedro Breganholi: (responder)
        12 de março de 2014 às 01:51

        Mas se parar pra analisar, todo produtor tem sua marca.
        Não discordo que as musicas do Dudu tem “temperos” parecidos. Mas é o que faz a musica ser boa. Voce ouve e já sabe que é Dudu Borges. Alguns bons produtores como o Fernando Zor ainda não desenvolveram essa caracteristica. Voce ouve e não consegue identificar quem produziu. Diferente do que acontece com o Dudu.
        E apesar de usar os mesmos ingredientes, o Dudu é um dos que mais inova. Sempre poe instrumentos diferentes nas suas produções. O DVD do JeM em Jurerê é uma prova do talento do cara. Musicas com a marca Dudu Borges estampadas, mas sempre uma mais charmosa e com um toque diferente da outra.

        • Lucas Vitor: (responder)
          12 de março de 2014 às 03:11

          Veja bem, vou logo avisando, não estou dizendo que é bom ou ruim, entretanto, que os arranjos do Dudu de 5 anos pra cá são todos semelhantes (particularmente, acho chatos, mas não vem ao caso). De qualquer modo o cara merece todo respeito pelos trabalhos que faz e merece ter sua contribuição para o meio reconhecida.
          Quanto ao “saber de cara” quem produziu, convenhamos, se quiser saber quem produziu leio o encarte do cd ou a descrição do vídeo, o lance é maior do que isso, é se a música é boa ou não e se foi bem feita (produzida) ou não.

          Abraço

          • Alan: (responder)
            12 de março de 2014 às 07:50

            Isso me faz lembrar de quando a galera começou achar os arranjos do césar augusto repetitivos e antiquados.

        • @ariomester: (responder)
          12 de março de 2014 às 09:27

          O Dudu tem muitos méritos, produz e produziu trabalhos muito bons, mas eu discordo da ideia de “marca registrada” do jeito que o pessoal faz. Acho que cada artista tem a sua identidade e o que tem acontecido no meio sertanejo é os produtores sufocando a identidade de cada dupla pra impor a sua marca ou estilo. Se a gente ouvir grandes produtores internacionais, desses que ganharam vários grammys vamos notar que eles trabalham do heavy metal ao folk e country e isso seria impossível se eles acreditassem que todas as bandas deveriam soar parecido para deixar a sua marca. Se a gente ouvir artistas do mesmo gênero – Beyoncè, Britney Spears, Lady Gaga, Madonna, Kesha, Katy Perry, Jessie J, Pink! e outras cantoras que trabalham essencialmente o mesmo tipo de composição, letra e proposta musical/artística vamos ouvir coisas em comum, mas também um algo musical que vai além da voz de cada um e distingue os trabalhos. Seria algo como o “estilo Madonna”, o “estilo Beyonvcè”, o “estilo Rihanna” etc. E não o “estilo produtor X Y ou Z”. No rock, a mesma coisa, há produtores que produziram inúmeras bandas de estilos e propostas musicais muito semelhantes, mas que soam diferentes, cada uma com a sua “marca”. O estilo de cada produtor fica nítido no global da produção – tipo de orientação do trabalho, complexidade (ou simplicidade) dos arranjos e timbres, estilo de gravação, de mixagem/masterização etc e não repetindo arranjos e timbres a todo momento.
          É exatamente nessa tecla que eu sempre bato com a questão das produções. Ter uma marca registrada não precisa significar utilizar timbres e arranjos muito idênticos a todo momento, que é o que aconteceu nos anos 1990 com o sertanejo considerado “brega” (com toda razão) e que tem acontecido com o sertanejo atual que muitos consideram “descartável” (com toda razão), exatamente porque ao invés de ressaltar diferenças musicais entre os artistas, repetem estruturas, arranjos e sonoridades deixando todos num lugar comum e fazendo assim a música soar descartável. Não acho que precise ser assim, mas repito – o que produz-se hoje no Brasil não é mal feito como dizem, é muito bem feito, só acho que poderia ser menos o estilo dos produtores e mais o estilo dos artistas e acho que cabe ao produtor musical identificar e ressaltar essas diferenças ao invés de impor seu estilo pessoal sobre os artistas. Minha opinião.

          • LUCIANO SILVA: (responder)
            12 de março de 2014 às 20:36

            @ariomester, esse negócio de identidade aí é lorota pra continuar fazendo tudo igual. Se o Mark Knopfler (Dire Straits) fosse nessa onda não teria criado tantos arranjos distintos usando a mesma técnica do fingerstyle.

            • LUCIANO SILVA: (responder)
              13 de março de 2014 às 10:28

              Substituir no comentário “Identidade” por “Marca Registrada”.

  • Pedro Breganholi: (responder)
    12 de março de 2014 às 01:47

    Me arrisco a dizer que é a melhor musica da carreira deles até o momento. Deixaram o lado “brincalhões” um pouco de lado com uma musica muito boa. Levada e letra ótimas, de puro bom gosto.

    Ponto pros menino e pro Dudu que acertou de novo.

  • Jhonata: (responder)
    12 de março de 2014 às 12:44

    Essa dupla é muito talentosa e tem o show muito bom tambem! Mais acho que eles tem um lance parecido com a Thaeme e Thiago, não consigo de jeito nenhum ver sertanejo nas veias de ambos, apenas jogadas comercial $$$$$….Mais repito, nao to tirando os meritos de dupla e cantores!!

  • Alan: (responder)
    12 de março de 2014 às 13:26

    Não só esse negócio de arranjo mas letra também. Cada um soa parecido em cada década. Exemplos: Darci rossi e marciano no anos 80, Piska e César Augusto nos anos 90 e hoje a grande dupla da composiçao seria Sorocaba e Caco Nogueira.

    • Phaell Cesar: (responder)
      12 de março de 2014 às 14:17

      Alan, mas isso é normal todos os compositores quando tem um numero muito grande de composições tem uma hora que ele vão seguir a mesma linha sempre, é aí que entra um arranjador de qualidade pra tentar mudar a cara da musica.
      No caso do Dudu Borges na minha opinião os arranjos são iguais mesmo, Sanfona e bateria como o amigo ali a cima disse, isso é muito enjoativo, e as melodias das musicas todas iguais, pega os álbuns do Bruno & Marrone de 2010 pra cá pra você ver, nada de especial, em todos eles tem uma, duas ou três musicas que salvam o disco inteiro.

      • Allan: (responder)
        12 de março de 2014 às 14:23

        sem falar que o Dudu Borges não sabe ler e escrever partituras, eu não sei como esse ultimo álbum do Jorge & Mateus teve cordas, que ficou ruim demais, não gostei, ele é bom produtor, não tiro meritos dele apesar de só produzir musicas ruins, o sertanejo fez bem a ele e ele não faz bem para o sertanejo de todo mundo que ele produz os unicos que tem os arranjos diferenciados é Jorge e Mateus porque o Mateus participa da criação dos arranjos.

        • Phaell Cesar: (responder)
          12 de março de 2014 às 14:42

          Allan, na minha opinião eu também não gostei das cordas desse ultimo disco do Jorge & Mateus, ficou muito fraco, mas aquela musica “Ai Já Era” as cordas ficou bacana, se não me engano foi o Luiz Gustavo (baixista) que se encarregou né,não estou aqui para desvalorizar o trabalho de ninguém não, só estou dando a minha opinião, o caro Pedro Breganholi no comentário acima disse que essa é a marca do Dudu Borges, eu acho isso bacana quando um cara faz a sua marca, mas não com os mesmo samplers em todas as musicas, eu no meu caso, nem preciso de encarte pra saber quando um arranjo é do Piska, ou do Mario Campanha eu já conheço a característica deles de cor, mas em cada musica é um diferencial não é a mesma coisa, não é os mesmos samplers, no caso do Piska nem é por causa das guitarras que eu sei que o arranjo é dele, ele sempre usou Bateria Digital (programação de bateria), nunca vi outra pessoa usar os Fill Drums que ele usava, do jeito que era arranjado aquilo é característica mais forte dele (pra mim reconhecer seus arranjso), as variações.
          Você deixar a sua marca pra um pessoa reconhecer sua musica isso é a coisa mais legal que existe, mas não precisa repetir a mesa dose em tudo, sempre da pra fazer uma coisa diferente.

          • Alan: (responder)
            12 de março de 2014 às 18:55

            Uma hora todo mundo aprende he he. Acho que uma coisa legal do jorge e mateus são as letras e interpretaçao não arranjos. Eles nem precisam na minha opinião.

            • Pedro Breganholi: (responder)
              18 de março de 2014 às 02:13

              Pode até achar que o Dudu é repetitivo, mas falar que ele só grava música ruim e que ele não trouxe nada ao sertanejo já é perseguição.

              Pega o Album do Joao Bosco e Vinicius “Coração Acelerou” DVD sensacional. O Primeiro do Michel, o Jurere do JeM e por ai vai. Foi um album melhor que o outro, um sucesso atrás do outro.

              Ele pode ter a forma de arranjar quase sempre igual, mas dizer que ele não trouxe nada e que só produz musica ruim ja acho um exagero sem tamanho.

  • Renan - SP: (responder)
    12 de março de 2014 às 13:37

    Pra quem acha música Rancheira, cordas, anos 90, brega, o que seria música Pop com sanfona?
    R: O cúmulo do brega, do mal gosto.
    Se você pegar todos os cd’s do Teló solo, e ouvir as faixas, você vai reparar que igual essa música (Bruninho e Davi) tem umas 37.
    Será que essa é a personalidade (verdade) da dupla?
    Ou será que estão tentando pegar carona com o Teló e o “Ai Se Eu Te Pego”?
    Essa música é Pop com sanfona, traduzindo, mais um jingle comercial de rádio = propaganda de supermercado, só faltou anunciar o preço do coxão mole.

    • LUCIANO SILVA: (responder)
      12 de março de 2014 às 20:22

      Todos percebem os mesmíssimos arranjos e mixagem. Só não pode falar, pois o pessoal fica magoado.

    • Aline DF: (responder)
      14 de março de 2014 às 16:25

      Tem a mesma pegada do michel teló mesmo, mas com o Michel fica chato, quando toca mudo de estação. Pra mim bruninho e Davi é ruim mas é bom.

  • alessandro: (responder)
    13 de março de 2014 às 10:40

    Na boa vcs reclamam de tudo hein

  • Allan: (responder)
    13 de março de 2014 às 15:25

    na boa você é um que aceita qualquer coisa, os musicos tem que agradecer a gente por perceber detalhes.

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Sobre o autor
Marcus Bernardes é bacharel em direito e entusiasta da música sertaneja. Criou o Blognejo com o intuito de falar de maneira séria e digna sobre o segmento. Hoje é o veículo mais respeitado do meio, sendo referência em coberturas de eventos, lançamentos, entrevistas e análise de mercado.