24 out 2013 | Notícias
Paula Fernandes libera íntegra do novo DVD no Youtube. Confiram.

Recentemente falamos aqui no blog sobre a distância que ainda havia entre as grandes gravadoras e o Youtube e de como elas ainda teimavam em se adaptar às novas formas de divulgação e de arrecadação proporcionadas pela plataforma de vídeos mais usada do mundo. Coincidência ou não, algumas atitudes pontuais de algumas gravadora parecem mostrar que essa situação está começando a mudar, ainda que sutilmente. O DVD da dupla Jads & Jadson, por exemplo, foi liberado na íntegra no Youtube na mesma semana em que foi lançado pela Som Livre.

O novo DVD da Paula Fernandes, vejam só, também teve todas as suas faixas liberadas na mesma semana do lançamento oficial através da plataforma Vevo, que reúne vídeos de algumas das principais gravadoras do mundo no Youtube. O disco, que já havia sido transmitido na íntegra na última sexta-feira no canal Multishow, que emprestou sua marca para o projeto, conta com 24 faixas no DVD e 22 no CD duplo. O projeto, distribuído pela Universal, conta com as participações da Roberta Miranda, da dupla Zezé di Camargo & Luciano e da cantora Taylor Swift, esta apenas através do telão.

Montei uma playlist com todas as músicas do DVD liberadas no canal oficial da cantora e coloquei na ordem em que elas foram dispostas no projeto. O disco já saiu com 300 mil cópias vendidas. Assistam logo abaixo:

36 comentários
  • Alan: (responder)
    24 de outubro de 2013 às 12:58

    Parabéns para a Universal Music. Eu imagino quanta grana as gravadoras perdem por não botar anúncios nos vídeos ou investirem em novos formatos, como o SMD. Vi o DVD no multishow, foi um espetáculo (ela e as músicas he he). Quanto as vendas, só conseguiu o que Zezé Di Camargo e Luciano (No Brasil) e os grandes artistas internacionais, que é vender 300 mil cópias em 10 horas. Vou comprar o meu, e ajudar ela a passar a casa do milhão, e com certeza, vai.

  • Renan - SP: (responder)
    24 de outubro de 2013 às 14:31

    Taí uma cantora que começou bem, mas aos poucos foi virando um produto, começou a abusar das roupas curtas, mostrando até o que não deveria (ou deveria?), fazendo parcerias ridiculas como, com o Eduardo, Luan, Teló, segundo quem conhece, diz que o sucesso subiu a cabeça, destratando de fãs a crianças carentes.
    Se não fosse o Roberto Carlos, estaria até hoje vendendo 10 mil cópias, mas acho que o sucesso dela já passou, quero acompanhar esse albúm cover daquele que vendeu 1 milhão (Graças ao Roberto), vamos ver se vai vender tanto.
    Paula é uma boa cantora, com um repertório que foi bom até o albúm “Passaro de Fogo” de 2009, suas composições estão beirando as do Victor, sendo que as antigas eram inspirads no Marcus Vianna, quanta diferença!

  • Alan: (responder)
    24 de outubro de 2013 às 17:56

    Não sou fã da Paula, mas pra mim é uma excelente artista. Como disse o marcão, uma é a Paula do show e a outra do estúdio, mas acho que é necessária essa mudança, pra dar uma valorizada nela e e uma “comercializada” no repertório, pra mim não ia combinar o que ela faz no estúdio no ao vivo, sinceramente. Quanto a esse negócio de destratar fãs, quem sofre é ela depois com a mídia falando mal, mas a Paula me parece estar formando um exército de “posers” alicinados, junto com as “luanetes” e “zezédetes” que não veem esse tipo de coisa. Bom pra ela (ou não).

    • Renan - SP: (responder)
      24 de outubro de 2013 às 19:19

      Concordo Alan, é bom ver em blogs que o público sertanejo não é tão alienado quanto parece, você fez bons comentários por aqui.
      Eu ainda não entendo todo esse comercialismo que tomou conta do século XXl,tem um bando de artistas sem personalidade, preso a uma fórmula, que em 2 cd’s lançados, a pessoa ja da no saco, são essas tendencias que limitam a arte, Paulinha, V e L, que são os mais elogiados do momento, são assim também, só não vê quem não quer, é muita negociata por trás, financiada pelo grande público, feito geralmente por moleques e garotinhas que não sabem diferenciar um jumento de um cavalo.
      Paulinha, abra o seu leque, e permita a entrada de um Cesar Augusto, Paulo Sérgio Valle, Cecilio Nena, retome o caminho com o Marcus Vianna, não fique atrás de rostinhos bonitos que tem repertório fraquinho, volte as suas origens.

  • Alan: (responder)
    24 de outubro de 2013 às 20:34

    pra mim álvaro socci ou carlos randall combinam mais com o que a paula compõe, já o césar augusto é um produtor muito preso ao passado, mas talvez colocar guitarras mais pesadas ao estilo dele faça bem a ela. Mas artistas “espiritualistas” como ela gostam de ter controle sobre o que fazem, então é complicado. Mas valeria a tentativa.

    • Renan - SP: (responder)
      24 de outubro de 2013 às 21:41

      Alan, muito bem lembrado o Socci e o Randall, aí já me lembrei de Cesar Lemos, Michael Sullivan, o melhor compositor mineiro do genero Paulo Debétio, Claudio Rabello, Fátima Leão, Mauro e Mauricio Gasperini (antigo Mano a Mano), Peninha, o mestre do pop/country no Brasil Reinaldo Barriga, ela não quer ser a Shania Twain?
      É, o Cesar Augusto não faz muito o perfil dela, assim como ela também não combina com esse estilo dele, sertanejo de atitude, com guitarras mais pesadas e canções que exigem uma interpretação mais comovente e forte, coisa que a Paula fica devendo.
      Mas as dicas foram dadas, garanto que a Paula ganharia em musicalidade.

  • Alan: (responder)
    24 de outubro de 2013 às 21:49

    Falando em Randall e César Augusto, me fez lembrar disto: *www.youtube.com/watch?v=SGhZuU1BGBg

    Alguém viu? o maior fiasco do festival…tô preocupado com o novo CD do Zezé Di Camargo e Luciano.

    • Renan - SP: (responder)
      24 de outubro de 2013 às 22:15

      Alan, vi agora só os primeiros 5 minutos que foram de entrevista, e pelas declarações vem bomba por aí, será Gustavo Lima o próximo produtor de um albúm da dupla?
      Num jornal da minha região a 3 anos atrás, eles deram uma entrevista dizendo que só Victor e Leo, salvavam dessa nova geração, agora rasgaram elogios a Gustavinho e sua trupe, é por isso que eu tenho um pé atrás com eles, eles parecem “ricos metidos”, só o que faz sucesso e gera renda, pra eles servem, se não for de “ouro” pra eles não servem, antigamente não eram assim, o Zezé costuma dizer uma frase que eu acho péssima, “Sucesso não se discute”, a dupla é muito capitalista, aquele Zezé humilde, que escrevia canções para Cezar e Paulinho, Marcelo Aguiar, não existe mais.

      • goiano: (responder)
        24 de outubro de 2013 às 23:37

        Bem lembrado! vc acha entrevista do zeze por ai descendo a marreta nessa turma dos universitarios.

    • emerson: (responder)
      25 de outubro de 2013 às 20:05

      Zeze sabe que se equivocou nas declaracoes, ele sabe que JeM, Gustavo Lima, Luan Santana e cia……sao mto bons e representam mto bem o sertanejo….

  • Alan: (responder)
    24 de outubro de 2013 às 22:22

    Sou fã do ZC&L. Mas sei reconhecer como eles fazem lixo, como quase todos os discos desde 2004 com exceção do “Double Face”. Tenho que admitir mesmo que parece que eles se bandiaram pro lado do “apadrinhamento”. Mas o pior foi o show, em que o luciano e a plateia cantaram mais que o Zezé, e ainda me deu a impressão que estava um pouco bêbado. Dá agonia ver isso. Quase tudo que é participação especial eles vêe usando playback. Uma lástima.

  • goiano: (responder)
    24 de outubro de 2013 às 23:46

    Concordo com os amigos acima! o zeze di camargo realmente não nem sombra que do foi. Tá cantando com playback. Teve uma apresentação dele no faustão que foi lamentavel. Mas, essa galera dos anos 90 esta pegando carona nesse sucesso do universitário. Caso do zeze com o gustavo limma que antes era queridinho do eduardo costa. Não sei porque os dois cortaram as relações. E, ainda o chitaozinho e xororo com disco produzido pelo Fernando da dupla F e S, e o bruno e marrone sendo produzido pelo dudu borges. E, sobre a paula tudo nela é formatado demais. Acho ela uma boa cantora, mas deveria ter mais ousadia no som dela como muitos acima comentaram. fica so naquela linha de composição baseada na versão feminina do victor e leo.

    • Daniel: (responder)
      25 de outubro de 2013 às 14:20

      Dizem que o problema começou quando o Gusttavo Lima contratou o diretor musical da turnê do Eduardo Costa e levou com ele o baixista e o baterista, que eram os arranjadores do show. Como o show dependia demais desses três por causa dos arranjos o Eduardo ficou meio ressentido.

      Pode reparar que os arranjos do show do Gusttavo Lima estão na mesma linha do Eduardo Costa, exatamente porque o diretor do show do Gusttavo (e o baterista e o baixista) eram músicos do Eduardo Costa. É o que dizem por aqui.

      • goiano: (responder)
        28 de outubro de 2013 às 08:48

        Inclusive, um deles é o maestro Daniel Silveira de Belo Horizonte. heeee

  • LUCIANO SILVA: (responder)
    25 de outubro de 2013 às 01:05

    Renan, você disse que não entende todo esse comercialismo que tomou conta do século XXl. Vou te explicar o norte na bússola do capitalismo é o lucro. Por mais que o artista NÃO queira ele está ligado a contratos e a diversos interesses dos contratantes. Fico me perguntando: será que artistas como Paula Fernandes e Victor e Leo podem fazer o que bem entendem? Será que eles realmente escolhem os repertórios com base em suas convicções e preferências musicais? Acredito que não. Acho que parte da culpa dessa situação imposta aos artistas é da pirataria facilitada pela internet e consequentemente pela diminuição de renda por venda de CDs/DVDs. Se o artista não lançar músicas comerciais para fazer muitos shows ele morre de fome, porque direito autoral já era. As gravadoras vão disponibilizar as músicas no Youtube porque sabem que é luta perdida e na parte de arrecadação não mudou nada elas querem lucros absurdos nas vendas de músicas avulsas, basta entrar no site do iTunes e conferir o valor de 1,29 USD por cada música da Paula Fernandes. Se o fã quiser montar um seleção de umas 20 músicas ele irá pagar quase R$ 80,00 reais. Resumindo, ele vai baixar de graça.

    • Renan - SP: (responder)
      25 de outubro de 2013 às 13:33

      Luciano, concordo com o que foi dito, mas será que o problema desse capitalismo e falta de identidade é só a pirataria?
      Por que não baixar o imposto do cd e das gravadoras?
      Até acho que a pirataria contribui para pra tudo isso, mas também creio que os artistas hoje em dia estão muito mais preocupados com o sucesso do que em fazer música.
      As músicas hoje em dia, estão sendo feitas de fora pra dentro, ao contrário de antigamente que se fazia de dentro pra fora.
      Hoje esses pseudos cantores estão muito mais preocupado com o bolso, do que com a arte, sendo que qualquer pessoa vive com 5.000R$, mas eles querem viver com 1.000.000R$, é o dinheiro acima da verdade individual de cada artista, o nome disso é ganância, nenhum artista é refém de gravadora, é só usar o cérebro, eles mesmos é que se desvalorizam.

    • @ariomester: (responder)
      25 de outubro de 2013 às 14:41

      Olha, não discordo de você em 100%.

      Pirataria atinge todo mundo. O lance é que ninguém é doido de pagar 40 reais por exemplo num cd que “melhor música” é um troço tipo “Empinadinha”. Muito melhor beber 40 reais de cerveja no bar e ouvir de graça de algum carro tocando!

      Mas vamos supor um DVD tipo o da Paula Fernandes, que pro povão é uma coisa mais “fina”, bem trabalhada, menos apelativa. Ai já deixa de ser uma só uma música e vira um presente de Natal, presente de aniversário etc. Não é só um cd com uma música.

      Por exemplo, artistas como Amado Batista e Leonardo estão na estrada há décadas, os discos deles seguem a mesma linha de sempre, com poucas mudanças e continuam fazendo um monte de shows lotados Brasil afora. Eduardo Costa, a mesma coisa, mas tem muito menos tempo de estrada.

      Até mesmo entre os odiados universitários tem gente que está mantendo a mesma linha de repertório que os consagrou e continua tocando bastante Brasil afora, ainda que em eventos menores, em cidades menos badaladas mas estão ai firmes e fortes.

      Concordo com o Renan:

      “As músicas hoje em dia, estão sendo feitas de fora pra dentro, ao contrário de antigamente que se fazia de dentro pra fora.
      Hoje esses pseudos cantores estão muito mais preocupado com o bolso, do que com a arte, sendo que qualquer pessoa vive com 5.000R$, mas eles querem viver com 1.000.000R$, é o dinheiro acima da verdade individual de cada artista, o nome disso é ganância, nenhum artista é refém de gravadora, é só usar o cérebro, eles mesmos é que se desvalorizam.”

      Porém, eu acho que os artistas mais da modinha não ganham nem metade do que a gente acha que eles ganhem. Acho que quem lucra pesado ali são os empresários e produtores. Pra eles modinha é ótimo, rapidinho jogam fora o “artista”, colocam outro no lugar e continuam ganhando. Se bobear pagam uma grana fixa pro cantor por mês ou por show e é isso ai o resto é do escritório.

      Também acho que nem só de composições profundas vive a música. Tem músicas bem bobinhas tipo “Chora me Liga”, “Meu Mundo Gira”, “Você De Volta” e afins que são boas, apesar de não ser um “Talismã”, “De Igual Pra Igual”, “Fantasias” ou outras coisas mais complexas musicalmente e de letras bem mais profundas.

      O lance é que o pessoal levou muito ao extremo essa coisa de música superficial. Tá num nível desesperador, não conheço nenhum músico que goste dessas paradas à la “Louca, Louquinha”. A gente toca porque é profissional, porque gostar, nenhum músico do ramo que eu conheça gosta. Cantores idem, se pudesse acho que um número enorme de cantores sertanejos seria cantor romântico.

      Na hora que os produtores entenderem o tanto de gente que gosta de música romântica (tipo as antigas do Zezé, Leonardo etc) e o tanto de músicos e cantores que gostariam de seguir essa linha diminui essa pobreza de espírito de arrocha e coisa parecida. Até porque arrocha, na sua origem na Bahia, é uma música romântica.

    • emerson: (responder)
      25 de outubro de 2013 às 20:19

      Nao me recordo aonde eu vi, mais me lembro de uma reportagem e o cantor dizendo que ele escolhe poucas musicas do disco, pois as outras sao comerciais e escolhidas pela gravadora, produtor e cia, claro que o cara nao e obrigado a gravar, mais ele fica meio rendido nessas situacoes, as vezes tem que gravar uma musica chiclete em vez de regravar uma moda que o cara gosta. Vejamos o primeiro cd de Jorge Matheus e Cesar Menotti e Fabiano vieram recheada de regrevacoes e fizeram mto sucesso, esse do JeM pra e o melhor da carreira deles, jorge cantando num tom alto como depois nao se fi visto mais. A industria da musica nao se preparou para a internet e ate hoje paga o preco por isto, se tivesse se rendido a intenret e buscado novas formas de se vender musica poderia gnahar mto mais dinheiro, hoje se gnaha mais com show do que antigamente, ou seja o que vier em venda de cd e musica na internet e lucro.

  • Paulo Ricardo: (responder)
    25 de outubro de 2013 às 01:58

    Sai Teco entra Renan. Coincidência ou misticismo?
    #VoltaTeco

    • Renan - SP: (responder)
      25 de outubro de 2013 às 13:42

      Caro Paulo, não sei se você quis insinuar que eu e esse tal de Teco somos a mesma pessoa, caso seja isso, posso te garantir que não, nem conheço esse cidadão.
      E você pelo jeito deve ser fã de pop universitário, se for, poderemos ter alguns embates por aqui, mas caso você seja só um mineirinho bairrista, que não gostou do que eu falei da Paula e do V e L, aí é só rebater com argumentos, e não ficar chorando.
      Ah, prazer em conheçe-lo também.

      • Paulo Ricardo: (responder)
        26 de outubro de 2013 às 01:40

        Não sou mineiro. Sou catarinense. Se você ver no post da entrevista do Marcão com o Léo, verá pelo meu comentário que não sou fã de V e L e muito menos da Paula Fernandes. Citei o Teco pq ele lembra vc na parte da insatisfação com tudo que é postado aqui no Blognejo, inclusive já teve várias discussões com o blogueiro. Tenho certeza q vc não é ele pq ele é mto mais breve nos comentários. Quanto aos meus argumentos, pode ficar sossegado que dificilmente aparecerão por aqui. Isto pq sou apenas um fã de música sertaneja, e não tenho absolutamente nenhuma renda dela, seja como músico ou nos bastidores. Portanto ficar aqui argumentando com vc, em nada mudará minha vida, pois não é isso que sustenta a mim e minha família. E não estou te criticando, acho até engraçado esta indignação com Deus e o mundo, só pq o músico não é seu preferido. Leio tudo,e rio muito.Portanto de minha parte não há mágoas e nem choro. E o prazer foi todo meu.
        Ah, o prazer é todo meu.

        • Renan - SP: (responder)
          26 de outubro de 2013 às 02:36

          Ok Paulo, é só esclarecimento, pode se divertir a vontade, mas vou continuar os esclarecimentos, eu também não ganho nenhuma renda, faço música por amor, hobby, e não faço shows, nem nada que me de renda, pois não encontrei ainda parceiro ideal pra fazer uma dupla e nem montar uma banda, o cara tem que gostar muito de música e ter um caráter parecido com o meu.
          Acho que não sou tão indignado assim, eu faço questão de mostrar meu ponto de vista, para que aquele(a) que ler, pelo menos pensar no que eu disse, e também gosto de trocar informações com o pessoal, que ouve a música sertaneja também, não existem blogs assim para o Rock, MPB, Blues, Jazz, então eu como um “caipira” do interior de SP também me sinto bem falando sobre o sertanejo raiz e new age.
          Hoje em dia tem muito baba ovo, e pessoas que opinam conforme lhe interessam $$$, e as criticas são sempre construtivas, é só a pessoa ter cabeça boa e discernimento pra entender, eu aceito que me critiquem, porque os outros não podem aceitar?
          Ditadura já era, e é sempre bom ver dois lados de uma mesma moeda, não vim ao mundo para agradar os outros, fazer bonitinho, mas sim pra ser eu mesmo, portanto viva a sociedade alternativa.

          • Renato: (responder)
            30 de outubro de 2013 às 00:36

            Esse Renan é cheio do blá blá blá… Se você é mesmo um cantor, mesmo que seja por hobby, com certeza você tem algum vídeo. Se tem tanto orgulho em dizer que é cantor, porque não mostra o seu trabalho (hobby), ou só é homem quando fica escondido atrás de um teclado se fazendo de justiceiro da música.

  • Fábio Roque: (responder)
    25 de outubro de 2013 às 12:28

    Massa essa ideia do DVD no you tube!!!

  • LUCIANO SILVA: (responder)
    26 de outubro de 2013 às 23:13

    A discussão está muito boa, logo tenho que elogiar ao blognejo e ao Marcus por essa oportunidade e gostaria de sugerir ao blog uma postagem falando da evolução ou involução da música sertaneja nos últimos anos.
    Voltando ao assunto da matéria sobre a liberação de vídeos no youtube, tenho que fazer breves explicações sobre o quanto os artistas são lesados. Quando surgiram as fitas cassetes as gravadoras chiaram. E o que elas fizeram? Compraram as fábricas de fitas cassetes. (pirataria oficial). Quando surgiu o CD-RW as gravadoras reclamaram, e o que fizeram? Compraram empresas de MP3-players. (pirataria oficial). Com o surgimento do Youtube as gravadoras opuseram-se. E o que elas fizeram? Associaram-se aos provedores de internet, vincularam propagandas aos vídeos e outras jogadas cabulosas. (pirataria oficial). Não bastasse tudo isso as gravadoras sedentas por dinheiro e furiosas por verem seus lucros diminuídos, passaram a abocanhar parte dos ingressos dos shows de seus artistas porque os shows se tornaram o fator principal de geração de lucros, seguido de camisetas e outros souvenirs. O disco se tornou um produto secundário. Resumindo, o destino do dinheiro é sempre o mesmo.

  • Alan: (responder)
    26 de outubro de 2013 às 23:40

    Artista não vive sem gravadora (os três grandes majors, Universal, Sony, Warner). Além de monopolizar toda a distribuição de discos, serem quase donas da ABPD, ainda têm grande “influência” nas rádios (leia-se dinheiro “investido”), ou seja, monopolizaram todo o mundo da música, compraram todas as “pequenas que incomodavam” e juntaram um império. Eles tentam arrancar grana de tudo, e não posso reclamar, porque são EMPRESAS acima de tudo, e tem que ter lucros e dar satisfação a investidores. Então não podemos ficar culpando-as por tentar fazer a empresa dar lucro.

    • Renan - SP: (responder)
      27 de outubro de 2013 às 01:39

      Alan, acho que não é preciso chegar a esse extremo de romper com as gravadoras, mas o que elas são sem os artistas?
      Por isso tem que respeitar a verdade artistica de cada cantor.
      Já os artistas conseguem sobreviver sem ela, sabe por que?
      É só gravar uma música no quintal de casa e jogar no Youtube, ou então pra não romper, grava um cd independente com o repertório que deseja.
      O problema eu já disse, é o sucesso, a ganância, por isso que as gravadoras fazem o que querem, e os artistas são medrosos, e não rompem com esses dinossauros do capitalismo.
      Como o Luciano disse da pra fazer uma baita matéria sobre o assunto, e o titulo pode até ser esse “Os refens do sucesso”
      O que impede os sertanejos a gravarem mais músicas como essa (pra mim a melhor sertaneja do ano passado, e foi a única que salvou o albúm):

      http://www.youtube.com/watch?v=BUk1oz8Gv-I

  • Alan: (responder)
    27 de outubro de 2013 às 11:42

    O cara pode até gravar um cd do jeito que ele quer indepndente mas…vai vender se não for distribuído por uma grande gravadora?pode ter 100.000 visualizaçoes no youtube, mas vao comprar ingresso pro show? E se não tocar nas grandes rádios, o cara pode ficar conhecido MESMO?. Pensem bem galera, victor e leo e eduardo costa foram os únicos que deram sorte de conseguir pelo método “moralmente correto”. Sim, eles são reféns do sucesso.

    ps:eu tenho essa música no celular

    • Renan - SP: (responder)
      27 de outubro de 2013 às 13:55

      Alan, quer melhor forma de “propaganda”, do qua a internet, os shows, e o “boca a boca”, pra tocar na rádio é só pagar o jabá, se bem que as rádios não são tão fortes como antigamente, pois hoje em dia a pessoa escuta a música que ela quiser pelo celular, mp3…
      Eu mesmo não escuto rádio a 6 anos…
      Segundo comentários a Warner já está pra “baixar as portas aqui no Brasil”, as mais fortes hoje são a Universal e a Som Livre (graças a Globo).
      A BMG, a Abril Music fecharam, e a EMI foi comprada pela Universal, ou seja, a situação está russa para as gravadoras.

  • Alan: (responder)
    27 de outubro de 2013 às 14:40

    É claro que hoje todo mundo ouve o que quer. É justamente esse “jogo sujo” das gravadoras que estou falando, entre jabá ao monopólio. Graças a isso que o grande maioria público fica meio refém do que eles querem que a gente ouça. E sim, o trabalho no rádio é importante, por mais que não pareça, o que não tocar nas rádios (principalmente na jovem pan, como o dono diz, que tem o mundo da música na mão) não vai fazer sucesso. Mas a internet sempre ajuda a gente a achar algo novo e não ficarmos reféns disso.

  • Rosângela provesi: (responder)
    27 de outubro de 2013 às 20:52

    E O DESPEITADO DO RENANDO PERTUBANDO ATÉ NO POST DA PAULA FERNANDES!!!…QUEM VIVE DE PASSADO É MUSEU SEU XAROPE!!!

    • Renan - SP: (responder)
      28 de outubro de 2013 às 22:30

      Cara RoRo, o futuro depende do passado pra começar, e nunca o passado esteve tão moderno, mais moderno do que o futuro, sabe por que?
      Porque pieguices, são coisas mais atrasadas do que o bom e o bem.

  • LUCIANO SILVA: (responder)
    27 de outubro de 2013 às 23:02

    Olá amigos do blognejo, a discussão sobre a postagem tem se tornado cada vez melhor. Acho muito salutar as opiniões contrárias, pois como diria Walter Lippmann “Quando todos pensam o mesmo, ninguém está pensando”. A respeito das gravadoras, não posso negar a importância que têm para a música. São muitos profissionais que vivem honestamente dos trabalhos oferecidos por elas. São músicos (instrumentistas, cantores/backing vocals), compositores, empresários que acreditam em novos talentos e investem muitas vezes do próprio bolso, profissionais diversos de som (gravação, mixagem, masterização), radialistas, eletricistas, fotógrafos, publicitários, profissionais do transporte, lojas (“discos”, instrumentos), ou seja, é toda uma cadeia produtiva que deve ser preservada. Peço desculpas caso tenha ofendido os profissionais das gravadoras. Confesso que sou um saudosista do tempo em que sucesso durava. Gosto até hoje de pegar disco de vinil e apreciar o encarte e o som. Ouvir as vozes das boas duplas é muito melhor no vinil. Ouço discos antigos do CH&X, Leandro e Leonardo, Chrystian e Ralf e Durval e Davi e me dá a sensação que os caras estão cantando na minha frente. Resumindo, gostaria que uma mente privilegiada conseguisse resolver essa equação entre o lucro e a qualidade artística.

    • Renan - SP: (responder)
      28 de outubro de 2013 às 22:27

      Parabéns pelo comentário Luciano.
      Foi muito feliz e oportuno.
      Vamos acabar com os sistemas da música sertaneja, seremos os Black Blocks do sertanejo, hehehehe…….

      • goiano: (responder)
        29 de outubro de 2013 às 11:43

        Também concordo com os amigos! Não se fazem artistas como antigamente. Hj qualquer lixo grava, e ainda fala sou “universitário”, é brincadeira hein. Pouquissima gente se salva nessa turma aí, pouquissimas mesmo. O zé rico memso fala tem gente ai semitonada demais, ou seja, desafinada para não ser deselegante. Mas, a critica constroi a Democracia.

  • Alan: (responder)
    28 de outubro de 2013 às 00:53

    o problema sempre são os chefões e investidores, nunca a galera que trabalha lá em baixo. Mas é assim em qualquer empresa grande do mundo, não só na música.

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Sobre o autor
Marcus Bernardes é bacharel em direito e entusiasta da música sertaneja. Criou o Blognejo com o intuito de falar de maneira séria e digna sobre o segmento. Hoje é o veículo mais respeitado do meio, sendo referência em coberturas de eventos, lançamentos, entrevistas e análise de mercado.