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A arte de enganar o público – A farra no Youtube continua, mas cuidado…

A arte de enganar o público – A farra no Youtube continua, mas cuidado…

Quando eu estreei esta sessão, o primeiro tópico foi exatamente sobre a compra de visualizações de vídeos postados no Youtube. Até então eram poucos os casos de artistas que utilizavam este artifício. Mas a minha intenção de alertar o público para esta prática parece ter causado, infelizmente, o aumento desenfreado do número de casos. Parece que a galera viu que era possível e resolveu fazer também. Rs, claro que não foi por causa do meu post (ou só por ele). O mais provável é que todo mundo resolveu que queria que seu vídeo fosse a nova “Ai se eu te pego”. De lá pra cá, comprar views do Youtube se tornou praticamente uma regra. O artista que não o faz fica pra trás e perde espaço para quem faz. Todo vídeo que ultrapassa um milhão de views acaba entrando nas rodas de conversa junto com a dúvida quanto ao fato de seus views terem ou não sido comprados.

Acontece que o Youtube tem buscado formas de barrar esta prática, caso vocês ainda não saibam. Uma das formas, a mais ineficaz e hipócrita, claro, é deixar expresso em seus termos de uso o repúdio quanto à utilização de artifícios como visualizações automatizadas, geradas através do uso de “robôs”, “spiders” ou “offline readers”. Vejam abaixo, no item 4, cláusula H dos Termos de Serviço, no tópico “Diretrizes da Comunidade”.

É óbvio, no entanto, que apenas expressar esse repúdio nos “Termos de uso” é chover no molhado. Faltavam, claro, medidas práticas que barrassem esse tipo de atividade.

Recentemente, não sei se vocês perceberam, o Youtube modificou algumas de suas funcionalidades e estreou algumas novas, juntamente com um novo layout. Uma destas funcionalidades novas permite ao usuário saber exatamente de onde provém as visualizações de qualquer vídeo no Youtube. Basta clicar na área de “estatísticas” disposta abaixo do vídeo, do lado direito, ao lado da quantidade de views e depois em “mostrar mais eventos” para poder visualizar uma quantidade maior de informações. Vejam abaixo o exemplo, retirado do vídeo da música “Ai se eu te pego”, que já está com mais de 439 milhões de visualizações.

Até o momento, esta tinha sido a medida mais efetiva já promovida pelo Youtube contra os compradores e vendedores de views. Nela é possível ver exatamente a partir de quais sites os vídeos foram visualizados. O Youtube jogou para o visitante a responsabilidade de fiscalizar qual vídeo tem e qual não tem views fakes. O mais comum com relação a visualizações fakes é o redirecionamento a partir de sites que têm justamente esta função, como o reddit.com e outros.

A maioria dos vídeos deixa claro na área de estatísticas que boa parte das visualizações provém do Facebook. Neste caso, não dá para saber se é ou não real, afinal de contas a política do Facebook é tão rígida quanto a do Youtube. Ambos sobrevivem da sua credibilidade. O problema é que algumas pessoas incorporam vídeos em fan pages e outras páginas bastante visitadas dentro da rede social e acabam encontrando aí uma forma de burlar a política tanto do Facebook quanto do Youtube. E as visualizações acabam sendo “verdadeiras”, a grosso modo.

Infelizmente, até esta medida adotada pelo Youtube tem seus pontos negativos. Em primeiro lugar, a área de estatísticas mostra apenas os 8 primeiros grandes eventos que proporcionaram muitas visitas ao vídeo em questão. Enfim, se a inclusão de views fakes se deu quando o vídeo já estava há certo tempo no ar, é provável que não apareça na lista. Outro ponto negativo é o fato de que os experts sempre encontram um jeitinho de burlar este tipo de obrigatoriedade do Youtube. Em alguns vídeos já é possível ver que a área de estatísticas foi desativada. Acontece que na hora em que um vídeo é upado para o Youtube não é possível desativar esta função. Para fazer isso, creio que apenas invadindo o sistema ou algo assim.

Pois ao que parece é isso mesmo que algumas pessoas estão fazendo. Acontece que o Youtube descobriu a prática e tratou de enquadrar não só os usuários que invadiam o sistema do site como também os badecos que utilizavam formas mais comuns de inclusão de views fakes em vídeos. Para quem achava que o Youtube não tinha conhecimento de quem fazia este tipo de coisa, ficou provado que sabia sim, mas fazia vista grossa. Quando o sistema começou a ser invadido, entretanto, a coisa assumiu uma proporção maior. O Youtube enviou um e-mail ameaçador a boa parte dos usuários que costumam realizar tais práticas e disse inclusive que a justiça poderia ser envolvida. Ora, trata-se de uma violação de segredos empresariais. Além do mais, esse tipo de coisa deve configurar de alguma forma um crime cibernético grave. Não sei dizer qual, mas com certeza configura.

No Facebook, a inclusão de vídeos em fan pages aparentemente começou a passar por uma fiscalização mais intensa, também. Não basta ser o administrador da página para incluir qualquer vídeo. Aparentemente, o Facebook agora também vai passar a fiscalizar os vídeos que são postados lá para tentar diminuir a intensidade dos casos de views fakes. Além dos views, até comentários e curtidas nos vídeos estavam sendo inseridas através de buracos no sistema do Youtube ou da esperteza de alguns hackers. Às vezes a pessoa comentava num vídeo mas seu comentário aparecia em outro. E aparentemente, o Youtube começou a fiscalizar até isso.

O fato é que o Youtube está começando a se movimentar no intuito de barrar esta prática. Para eles, na verdade, tanto faz como tanto fez. A única coisa que está em jogo com relação ao Youtube é a credibilidade do site. Os views fakes só prejudicam mesmo os usuários. E acreditar que ter um vídeo com mais de um milhão de views fakes vai fazer alguma diferença é a pior burrice do mundo sertanejo na atualidade. Como diria o Wendell Vieira, empresário da dupla Jorge & Mateus, em seu perfil no Twitter: “É compra de seguidores, compra de visualizações no YouTube… Na hora do público comprar ingresso é que o bicho pega!!”. Alguém ousa contradizer isso?