As três ondas da pirataria

Timpin é parceiro do Blognejo e já fez algumas contribuições esporádicas, como aquela em que alegava a ingratidão do Luan Santana para com o Sorocaba. No seu blog, ele, além de falar sobre música sertaneja, fala também sobre os outros gêneros populares, como forró, tecnobrega, arrocha, axé e por aí vai. Sempre com o tom de crítica e  respeito que é característico aqui no Blognejo.

Em seu post mais recente, traça um perfil histórico da contribuição positiva da pirataria para a popularização da música sertaneja. Leiam:

“Leonardo, Bruno & Marrone, o Sertanejo Universitário & as três ondas da pirataria

Recentemente, no Programa do Faustão, o cantor sertanejo Leonardo comentou que a guerra contra a pirataria estava perdida e que estava abrindo uma editora para ajudar novos artistas a sobreviverem nesses novos tempos. Ponto para ele. Zézé di Camargo, ao contrário, esperneia e não admite a derrota. Os links para download de seu disco mais recente são os mais patrulhados e frequentemente são quebrados a pedido de sua assessoria.

Independentemente da diferença de postura entre os dois artistas, o que eles tem que admitir é que também eles, no inicio de sua carreira foram beneficiados pela pirataria. Uma pirataria ainda embrionária, menos perigosa para os gráficos de lucros das gravadoras, mas mesmo assim pirataria.

Quem não lembras daquelas fitas cassetes vendidas nos camelôs? Foi o baixo custo para aquisição dos lançamentos através das fitas piratas que possibilitaram o estouro da música sertaneja no inicio dos anos 90.

Foi a primeira onda da pirataria.”

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